Vida de Adoração

O que seria uma vida de adoração? Quando se diz isso, as pessoas já imaginam um monte de gente dentro da Igreja todos os dias. Mas adorar a Deus é mais que isso. Beeeem mais.

Certa vez ouvi uma definição de adoração que achei maravilhosa: “adorar a Deus é fazê-Lo sorrir”. De vez em quando me pego pensando se tenho feito Deus sorrir com minhas atitudes. E não é só com atitudes dentro da Igreja ou no meio dos meus irmãos. É EM TODO O TEMPO.

Uma forma de adorar a Deus é dando bom testemunho no meio onde você vive, sabe? Desde as coisas mais simples (como devolver os centavos que vieram a mais no troco), às mais complexas (não levar aquela bike bonitona só porque ela está no bicicletário sem cadeado). Como cristãos, devemos sempre fazer as coisas certas -mesmo que mais ninguém as faça- e não fazer coisas erradas -mesmo que todo mundo faça.

Sim, é chatinho e não é fácil ser o certinho o tempo todo. Mas é a forma que Deus quer que vivamos nossas vidas: dando o exemplo.

Esses dias, conversando com Leandro, falamos sobre o comportamento de alguns alunos meus. Os adolescentes, de modo geral, não largam seus smartphones de jeito nenhum, nem durante as aulas. O professor está explicando o conteúdo e eles continuam com seus fones nos ouvidos prestando atenção em seus aparelhos. Se você é cristão e faz isso, além de falta de respeito com o profissional que está à sua frente, é mau exemplo para os ímpios que te cercam. Como cristãos, precisamos abrir mão de nossos smartphones não só durante os cultos mas também no decorrer das aulas no Colégio.

O bom testemunho é dado nos pequenos detalhes de nossa vida diária. O amigo não crente observa e percebe que VOCÊ age de forma diferente, até que ele percebe que essa diferença é a vida de adoração que você realmente vive.

Metaforicamente: você e o relacionamento com seu celular têm dado um bom testemunho de vida? O Senhor Jesus só está pedindo que você abra mão um pouquinho do seu smartphone, não está pedindo pra você abrir mão de sua vida. Não, ainda.

Tamanho GG

Abstract stamp or label with the text Big Size written insideUma moça trabalhava em um brechó de um hospital, como voluntária. Certo dia adentrou na loja uma certa “senhora bastante obesa”, e de cara a moça pensou que não tinha nada na loja na numeração dela. Se sentiu apreensiva e constrangida naquela situação, vendo a senhora percorrer as araras em busca de algo que a jovem sabia que ela não encontraria. Ficou angustiada, porque não queria que a senhora se sentisse mal pelo tamanho das peças de roupas, se sentindo excluída implícita. Naquele momento a moça orou a Deus e pediu que lhe desse sabedoria para conduzir a situação, evitando que a cliente se sentisse excluída ou humilhada na sua autoestima. Foi quando o esperado aconteceu. A senhora se dirigiu à jovem atendente e disse tristinha:

 -“Ʌ não tem nada grande, não é?”

E a jovem, sem até aquele momento saber o que diria, simplesmente abriu os braços de uma ponta a outra e lhe respondeu:

-“Quem disse??? Claro que tem!! Olha só o tamanho desse abraço!”

E a abraçou com muito carinho. A senhora então se entregou àquele abraço acolhedor e deixou-se tomar pelas lágrimas exclamando:

-“Há quanto tempo que ninguém me dava um abraço.”

E chorando, tal qual uma criança a procura de um colo, lhe disse:

-“Não encontrei o que vim buscar, mas encontrei muito mais do que procurava”.

E naquele momento, através dos braços calorosos daquela jovem, Deus afagou a alma daquela senhora, tão carente de amor e de carinho.

 

Quantas almas não se encontram também tão necessitadas de um simples abraço, de uma palavra de carinho, de um gesto de amor. Será que dentro de nós, se procurarmos no nosso baú, lá nas prateleiras da nossa alma, no estoque do nosso coração, também não acharemos algo “grande” que sirva para alguém?

 

UM ABRAÇO ” TAMANHO GG” PARA VOCÊ.

 

 

(Autor desconhecido)

Intimidade

Intimidade não requer tempo, disponibilidade em agenda. Para ter intimidade é preciso disposição para conversar, abrir o coração, estar junto. Não precisa ser o dia todo, mas é necessário ao menos um pouquinho todo dia. Isso vale para as amizades e, especialmente, para o relacionamento com Deus. 😉

Uma questão de ministério

Em maio deste ano fui convidada pela MCA (Mulheres Cristãs em Ação) da Igreja Batista em El Ranchito para dar-lhes uma palestra sobre a importância de atividades físicas para mulheres. No meio da palestra, conversa vai, conversa vem… e disse a elas que nosso ministério pessoal é uma forma de praticarmos atividades. Comecei a listar exemplos de ministérios e disse a elas que, por mais que não tenhamos um ministério “aparente” na Casa do Senhor, devemos viver a nossa vida como uma forma de glorificar ao Senhor e, sendo assim, esse é o nosso ministério.

Algumas têm o ministério do evangelismo. Outras possuem o ministério da palavra. Outras, ainda, o de interceder. E outras têm o ministério de ser esposa. Esposa?! Sim! O ministério de esposa é muito importante! Quem vai cuidar de seu esposo, de seu lar, de suas coisinhas com prazer? VOCÊ, que é esposa e VIVE esse ministério.

Tudo o que temos foi Deus quem nos deu: lar, família, emprego, Igreja, bens, saúde… (Salmo 139.14-16 / Romanos 11.36). No tempo certo, Deus dará à esposa o ministério de ser mãe. Ela acumulará as duas funções e será feliz! Pois é esse o desejo de Deus. Ele nos fez para ser mulher, mãe, esposa, dona de casa, trabalhadora, auxiliadora (Gênesis 2.28), intercessora, consoladora (Gênesis 24.67), encorajadora (Provérbios 31.12 e 26), companheira e bonita! Agradeça ao Pai por essas bençãos e desfrute delas!

Existem pessoas que não aceitam o ministério que Deus lhes reservou, que os rejeitam ou querem atropelar etapas. Mas não deve ser assim! A vontade do Senhor é boa, perfeita e agradável (Romanos 12.2) e tudo tem o tempo e a hora certa para acontecer (Eclesiastes 3).

Aceite o melhor de Deus para a tua vida e seja feliz!

Simples assim!

Às vezes estudamos tanto, aprendemos tantas teorias, que complicamos as coisas. Perdemos a sua simplicidade, a sua essência.

A professora perde o “tato” com seus aluninhos, e fica engessada em nome da didática.

Os pais perdem o domínio sobre os filhos por causa de certas psicologias.

A humanidade perde o contato, a afeição pelo próximo, por questões de segurança.

O adulto perde a alegria de viver, o brilho no olhar, por causa das convenções, porque rir à toa é coisa de criança.

O homem perde a sensibilidade porque chorar é sinal de fraqueza.

A mulher deixa de ser verdadeiramente mãe porque é importante trabalhar fora.

Não se brinca por ser perda de tempo.

O chefe deixa de ser legal para ser profissional.

O cristão perde a essência da adoração por causa de religiosidade, de doutrinas.

 

Que Deus nos auxilie a crescer a cada dia não deixando de lado o que realmente importa, o que é essencial. Como nossa família, nossos amigos, o amor e carinho pelo próximo, e especialmente o nosso contato real e diário com Ele.

 

thanks, God! :)

Hoje, feriado de Corpus Christi, fiquei pensando em muitas coisa boas que Deus fez por mim e por outras pessoas à minha volta. Inclusive, pensei no sacrifício de Cristo na cruz, sacrifício através do qual tenho a vida eterna. Aí comecei a pensar em bençãos que Deus me concedeu especificamente: meu marido lindo, minha família, meus amigos, nosso ap que ainda não está pronto, a casa que alugamos no Rio, o flat que moramos em Mambucaba, nossos bens, meu emprego (sim, reclamo que não sou bem paga mas agradeço a Deus por ele, pois eu sei que foi Deus quem me deu), entre outras…

Quando estava no Ensino Médio Normal, havia uma Lei que todo e qualquer professor deveria ter Curso Superior. Minha intenção sempre foi trabalhar com Educação Infantil, inclusive dizia às minhas amigas que faria a faculdade, mas que trabalharia com os pequenos. Na época em que estava terminando o Normal, me senti direcionada a cursar a faculdade de Educação Física mas, segundo a minha vontade, para fazer um concurso e trabalhar com os miudinhos, juntar dindim e pagar a faculdade que EU queria: Direito. Mas, Deus deixa bem claro em Jeremias 29.11 : “Eu é que sei os planos que tenho para vocês…”. Então, mesmo sem saber, fui cumprir a vontade de Deus e me graduaei em Educação Física. Mais ou menos no início da faculdade a tal da Lei que todos os professores deveriam ter Curso Superior foi revogada e me vi apaixonada pela profissão. Desisti de fazer Direito e resolvi no 5º período tentar concurso para Professor Docente I (professor de 2º segmento do Ensino Fundamental e Ensino Médio), da Rede Estadual de Ensino. Fiz e passei para a glória de Deus. Em 09 de julho de 2009 me formei e no dia seguinte fui assumir meu cargo na Coordenadoria de Educação.

Agora, além da Lei ter sido revogada, os Colégios Estaduais não podem mais oferecer o Ensino Fundamental. As turminhas de Educação Infantil até o 5º ano (antiga 4ª série) agora são responsabilidade das Prefeituras Municipais e o Estado ficou com o 2º segmento do Ensino Fundamental (do 6º ao 9º ano) e o Ensino Médio. Ou seja, tem um monte de “professoras normalistas” na Rede Estadual indo parar em secretaria, virando inspetora de turno, coordenadora de turno, outras estão pedindo demissão e outras, ainda, cursaram faculdade e estão sendo realocadas nos quadros de horário.

A benção na qual fiquei meditando e agradecendo a Deus, é que realmente devemos escolher o que Ele deseja para nós, pois é sempre o melhor. Se eu tivesse teimado em continuar sendo professora normalista só para trabalhar com os pequenininos, provavelmente hoje estaria desempregada. Já que prestei concurso para o Estado que não oferece mais Educação Infantil. Em 2002, quando ingressei no Ensino Médio, se me perguntassem com qual turma eu gostaria de trabalhar, certamente responderia Pré Escola. Hoje, vivendo o que Deus preparou para mim, estou lecionando para turmas de Ensino Médio, tentando influenciar positivamente esta geração.

“As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que O amam.” (I Corintios 2:9)

Nunca me imaginei vivendo tudo isso. De início, não queria ser professora e não gostava de trabalhar com adolescentes. Hoje vejo que foi a melhor escolha que Deus fez para mim.

Aproveite o feriado de Corpus Christi e celebre o corpo de Cristo! Agradeça a Deus por ter mandado seu Filho para morrer na cruz pela humanidade e também reflita sobre tooooodas as outras bênçãos que Deus reservou para você! 🙂

♪ Deus da minha vida ♫ (Thalles Roberto)

Esses dias meu marido lindo e eu estávamos ouvindo o CD do Thalles Roberto e, enquanto gritávamos o refrão da canção (pq essa música é muuuuito boa para gritar, é automético. rs), parei e comecei a meditar no que estévamos cantando. Analise comigo:

Deus meu, Pai meu
Amor meu
Tudo, razão de tudo!
Deus meu, Ar meu
Farol, o farol que eu
Preciso, como eu preciso!!

Eu preciso Te sentir todo dia!
E olhar pra Tua luz pra não me perder!
Meu Senhor, Tu és a minha alegria
E eu preciso!!

Deus da minha vida, fica comigo
Sou a Sua casa, mora em mim
Deixa eu Te dizer o que eu preciso, Pai:
Eu preciso do Senhor!!

Que oração linda!!

O autor diz que o Deus é o ar de sua vida. Sabemos que sem ar os seres vivos não sobrevivem. Logo, Deus é a razão da existência dele, como aliés, ele diz um pouco antes.

O autor continua sua declaração de amor a Deus dizendo que o Pai é como um farol para ele. Quando estamos numa estrada à noite, o farol do carro é essencial! E assim é Deus em nossa vida: ESSENCIAL.

Ele continua dizendo que precisa sentir Deus proximo a ele, que precisa se guiar pela luz de Deus, que Ele é sua alegria e acaba por querer Deus tão perto de si que termina pedindo para Deus morar nele.

Fiquei cantando, ouvindo e pensando: quando nos mudamos para uma casa nova, levamos nossa mobília, pintamos as paredes com cores que nos agradam, penduramos nossos quadros, colocamos nossos objetos onde preferimos, espalhamos nossas fotos pela casa… enfim! A deixamos do nosso jeitinho. Afinal, onde moramos precisa paracer com a gente, ter a nossa cara. Logo, se dizemos para Deus “Sou a Sua casa, mora em mim”, estamos abrindo o nosso coração para o Senhor entrar, habitar e deixar do Seu Santo jeitinho.

Já parou para pensar no que você tem cantado ultimamente? Se pede para Deus morar em você, Ele vai te transformar! Você sera diferente, pois seu inquilino te deixará diferente! Se você diz para Deus “(…) largo tudo pra Te seguir (…)”, como na canção Faz um Milagre em Mim, de Regis Danese, Deus vai te cobrar! Ou ainda, se na mesma música você pede ao Senhor “(…) mexe com minha estrutura (…) faz um milagre em mim (…)”, Deus vai mexer na sua base, no que for o seu alicerce (que pode ser seu emprego, sua família, sua saúde, sua vida espiritual…) para, enfim, fazer um milagre na tua vida!

Em Oséias 4.6 diz que “meu povo perece por falta de conhecimento”. Perecer quer dizer deixar de ser ou existir, morrer, acabar, findar, deixar de viver. Se você canta como oração, pede a Deus o que não sabe, sofrerá as consequências.

Cuidado com o que canta, criatura!!! Não só em relação a louvores, mas em todas a músicas, de um modo geral. Não estou dizendo para você parar de cantar e/ou de entoar louvores a Deus. Não, não! Só estou pedindo para ter atenção com essas músicas que estão tanto na moda e que toooooodo o mundo tá cantando e nem parou para pensar no que está dizendo a Deus.

Agora sim posso cantar tranquila: “Deus da minha vida, fica comigo / Sou a Sua casa, mora em mim / Deixa eu Te dizer o que eu preciso, Pai: / Eu preciso do Senhor!!” Afinal, já parei para pensar no significado da canção e concordo plenamente com o autor. E você? Vai deixar Deus habitar em seu coracao? 😉

Para as minhas aluninhas… [2]

Essa vai para as menininhas que dizem “professora, sou evangélica e não posso dançar”. Pessoal, a professora de vocês também é crente e (pasmem!) dança. Vamos ver um pouquinho de dança na Palavra?

Dança

Uma celebração diante do Senhor

Tanto nas culturas como nas civilizações antigas, a dança era uma maneira importante de expressar sentimentos profundos da alma humana. Como qualquer forma de arte, a dança tem o poder não apenas de expressar emoção, como tabém de provocá-la, tanto na pessoa que dança como na que observa. Como mostra a história da filha de Herodias (Marcos 6.17-28), a dança pode facilmente ser mal usada quando se torna um instrumento de poder sensual, em que a principal finalidade é a auto satisfação ou o despertamento da luxúria do outro. Jó adverte sobre pessoas que ficam tão ocupadas dançando e se divertindo que não querem servir ao Senhor (Jó 21.11-14).

Na Bíblia, a dança foi usada para expressar alegria e louvor ao Senhor (2 Samuel 6.14; Salmo 149.3; Salmo 150.4; Jeremias 31.4, 13). Dançar foi parte da comemoração pela volta do filho pródigo à casa do pai na parábola que Jesus contou sobre o filho perdido (Lucas 15.25). O povo hebreu usava a dança para celebrar a glória de Deus e suas maravilhosas obras. Davi dançou diante de Deus em uma algre comemoração da volta da arca a Jerusalém. Esse tipo de dança exuberante, quando descrita no texto das Escrituras, é sempr eligado às mulheres (Êxodo 15.20, 21; Juízes 21.9-21); elas o fazem sozinhas ou em grupo, mas nunca aparecem homem e mulher juntos; era sempre espontânea e sem coreografoa predeterminada (1 Samuel 18.6) – uma expressão genuína de prazer espiritual (Salmo 30.11, 12).

De qualquer forma, todos os cristãos são responsáveis diante de Deus em ter uma vida santa, sem comprometimentos morais (Romanos 14.21; 1 Coríntios 6.19,20; Gálatas 5.16; 1 Tessalonicenses 4.3-8) e com diligência para glorificar a Deus em todas as esferas da vida (1 Coríntios 10.31).

Fonte de pesquisa:

A Bíblia da Mulher : leitura, devocional, estudo / Barueri, SP : Sociedade Bíblica do Brasil ; São Paulo : Mundo Cristão, 2003 (p. 104)

Meninas, da próxima vez que a professora de Educação Física passar um trabalho de dança, que tal escolher uma canção que glorifica a Deus? Que tal elaborar uma coreografia que exalte ao nome do Senhor e, de quebra, ainda fale do amor de Cristo aos seus colegas de turma? Pensem nisso!

“… fazei tudo para a glória de Deus.” (1 Coríntios 10.31)

Sim!! Somos a geração que dança!

David Quinlan tem uma música que seu refrão diz assim:

“(…) E seremos a geração que dança,

Por causa da Tua misericórdia, ó Deus!

Tua misericórdia, ó Deus!

E seremos a geração que canta,

E que celebra a Tua glória, ó Deus!

A Tua glória, ó Deus! (…)”

Alguns têm reclamado dessa música, que nem é tão nova assim. Eles tem dito que a juventude só pensa em dançar, em cantar, em levar a vida na brincadeira. Mas não penso assim. Acho que a juventude faz muita coisa na Casa do Senhor, que tem agido de forma impactante atualmente.

Os jovens não querem saber só de diversão e dança! Nós temos estudado a Palavra, evangelizado, buscado e cultuado a Deus de diversas formas. Dançar e cantar, que dizem ser especialidade da juventude, faz parte de nossas preferências (sim, lógico!), mas quem disse que os jovens só se preocupam em cantar e dançar? E quem disse que isso é ruim? Afinal, como o apóstolo Paulo disse, “… façam tudo para a glória de Deus” (I Coríntios 10.31b) e, nesse caso, dançar é para a glória de Deus, sim! Assim como devem ser o nosso futebolzinho, nosso culto jovem, nossos namoros, nossos cultos de oração, nossas reuniões semanais, nossa Escola Bíblica Dominical…

Certas pessoas preferem criticar a mocidade de sua Igreja e não observam o que eles têm feito além de dançar. Preferem rotular a juventude em vez de olhar com bons olhos as novidades que nós, jovens, levamos para a Casa de Deus. Será que eles se esqueceram que também já foram jovens (ou em alguns casos ainda são) e, quando levavam algo de novo para o meio dos irmãos, alguém precisou aceitar essa novidade para que ela atualmente fizesse parte dos cultos?

Claro que não estou aqui para acusar uns e muito menos para defender outros. É obvio que não quero que a juventude da Igreja onde congrego seja conhecida por fazer festas que “bombam” e cultos que parecem um show onde ninguém ouve a Deus. Tudo deve ser feito com “decência e ordem” (I Coríntios 14:40), mas de acordo com o contexto que o jovem está inserido, de forma que o jovem se sinta bem e não vá buscar no mundo algo que pode ser encontrado na Igreja e que o satisfaça.

Pessoal, pare de rotular a juventude, por favor! Prestem atenção no que essa galerinha cheia de gás faz e se fazem tudo “…para a glória de Deus”.

Sim! Eu faço parte da geração que dança!

A oração de uma futura mamãe

Não se assuste com o título do post. Não. Não estou grávida. Sou apenas uma noiva a 5 meses de seu Casamento que anda pensando muito na família que construirá.

Quando eu tinha mais ou menos 10 anos de idade, minha mãe se converteu e passou pelo batismo na Igreja Assembléia de Deus. A partir daí, comecei a acompanhá-la nos cultos e a me familiarizar com a Casa de Deus. Louvava ao Senhor no grupo de crianças quando, aos 11 anos, a dirigente da mocidade me convidou para fazer parte do grupo jovem. Não faltava a um ensaio, um culto, uma saída (quando éramos convidados para participar do culto em outras Igrejas)… estava com todo o gás! Perto de completar 13 anos, minha família e eu nos mudamos para outra congregação, uma bem pequenininha. Foi aí que tive oportunidade de servir a Deus em outra área.

Durante a Escola Bíblica Dominical (a EBD), enquanto os adultos estavam estudando a Palavra, seus filhos ficavam brincando e correndo pelo santuário. Às vezes isso até atrapalhava as aulas, mas os pequenos não tinham para onde correr (literalmente. rs). Foi quando percebi a necessidade que nossa Igreja tinha de ter uma classe só para as crianças. Conversei com o Pastor, que me apoiou e deixou que eu desse aula para as pequenas ovelhinhas do rebanho. Compramos material didático e separamos uma das salas da Igreja para a classe “Primeiros passos com Jesus”, onde todo domingo eu levantava cedo e lecionava sobre a Palavra do Senhor para os pequenos de Sua casa. E a partir daí não parei mais. Desde os 14 anos, durante toda a minha adolescência, estive envolvida com a EBD. Até mesmo quando decidi servir a Deus na Igreja Batista (onde aliás, estou até hoje). Atualmente, com a proximidade do Casamento, não estou mais lecionando na EBD, mas continuo ativa na Igreja servindo ao Senhor junto com o Grupo Jovem Exército de Cristo.

As oportunidades que me foram dadas durante a adolescência foram muito importantes para que eu entendesse o que é serviço cristão e para desenvolver em mim o amor a Casa do Senhor ao ponto de querer sempre ajudar de alguma forma. É de suma importância engajarmos nossos adolescentes nessa empreitada. É nessa fase da vida que eles descobrirão quem são e o que Deus quer de suas vidas.

O que me preocupa é se meus filhos terão a mesma oportunidade que eu tive, quando adolescente, de “tomar o gostinho” de serem servos do Senhor, de contribuir para o bom e pleno funcionamento de Sua Casa. Sei que ainda nem casei e que é meio cedo para ficar de cabelos brancos preocupada com isso, mas desde já oro para que meus filhos tenham um prazer ainda maior que o meu e do Leandro ao estarem ativos na Casa de Deus.

Você tem orado por seus filhos? Mesmo aqueles que ainda não nasceram, que se quer foram gerados, você ora por eles? Nunca é tarde para começar!