QUATRO OUTRA VEZ – Capítulo XI

Gente, vocês não imaginam a correria que tá aqui por causa do final do bimestre. Mas separei um tempinho para escrever o 11º capítulo e espero que gostem! :)

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Capítulo XI – Terceiro dia

— Gente, vocês viram aquele primo do Gabriel? – perguntava Lorena ao acordar

— Qual? – Beatriz quis saber

— Ah! Eu sei!! É aquele moreninho né? Eu te vi olhando para ele. – entregou Carolina

— Ele é paraquedista do Exército. – informou Julia

— Qual é o nome dele? – perguntou Lorena

— Renan.

— Ah, ele é lindo! Que filé! Na hora jantar sentei ao lado dele. Como é cheiroso!!Arabesco1— É hoje, Gabriel!! – zoava Fabrício

— É! Me juntei com seus primos ontem depois do jantar e combinei tudo com eles. – informou Marcelo

— O que vai ter?

— Não posso falar. É surpresa.Arabesco1— Preparada para o chá de panela? – perguntou Beatriz

— Mais ou menos… o que estão preparando pra mim?

— Surpresa, miga. – respondeu Lorena

— Gente, tô morrendo de fome. Vamos descer para o café? – perguntou Carolina

— Ah, não quero tomar café agora não… – revelou Lorena

— Porque?

— Ah, Ju… aquele primo do Marcelo fica me olhando o tempo todo. Não consigo comer assim.

— Qual? O Renan?

— Antes fosse, Carol. É aquele chato, sem assunto, que quando fala só diz abobrinha.

— Ah! Eu sei quem é! – alarmou Beatriz

— É o Sandro!

— Esse mesmo, Ju! Ele fica me olhando com aquela cara de empada, me dando as cantadas mais velhas do mundo… ai, que tédio!

— Eu vi ontem. Parecia até aquela poesia: o Sandro que gosta da Lorena; que acha o Renan gatinho; que é primo do Gabriel; que vai casar com a Julia; que é amiga da Carolina; que não ama ninguém.

— Só o Marcelo! – implicou Lorena

— Ah, é! E faltou dizer que a Lolô sempre amou o Fabrício, que é irmão da Ju. – replicou Carolina

— Ah! E…

— Ei, ei, meninas! Chega! – apartou Julia – É melhor descermos para o café.Arabesco1Na mesa do café, aconteceu mais ou menos como a poesia de Carlos Drummond de Andrade que Carolina fez menção, só que quando Lorena percebeu que Sandro iria se sentar ao seu lado, ela disfarçou, levantou-se e sentou entre Bia e Fabrício.

— Ué?! Levantou de lá porque? Não ‘tava do lado do Renan? – perguntou Beatriz

— Pois é. Mas aquele “ser” sentou do outro lado.

— Ele não se toca, né?

— É um chato! Enjoado!

— Quem? – quis saber Fabrício – O Sandro?

— É. – afirmou Beatriz

— Ele é insuportável. Fala em você o tempo todo. É um chato ao quadrado.

E, entre fugir dos olhares de Sandro e paquerar Renan, Lorena tomou seu café da manhã.Arabesco1Com o passar dia, as moças da casa cuidaram da ornamentação do ambiente para o casamento que já é amanhã, e o chá de panela que será logo mais à noite. Os rapazes foram arrumar a garagem para a despedida de solteiro do Gabriel e, de vez em quando, colaboravam com a “a força braçal” para carregar arranjos e outras coisas para as moças.Arabesco1— Já levou “a caixa” lá para a garagem? – perguntou Marcelo ao Fabrício

— Não, tá lá no carro do Rodrigo. Pra que uma caixa daquele tamanho todo?

— É uma surpresinha pro Gabriel.

— Uma surpresona, né? Vou lá buscar.Arabesco1— Quem vem, Carol?

— Ah, Ju… é só o pessoal que já tá aqui mesmo, mas te garanto que vai ser legal.

— Não terão muitos presentes, mas o que vale é a diversão, né Bia?

— Com certeza, Lolô.

— Tô doida pra noite chegar!Arabesco1— Já chamei a mina, Gabriel. – revelou Marcelo

— Ué?! A Julia vem?

— Não né, cabeção! A “outra” mina!…

— Pô, Gabriel! Qual é?! Tu acha que eu iria chamar a minha irmã para a nossa festinha?

— Ah, pensei. Sei lá… Bem, galera, vou subir e arrumar umas paradas lá em cima. Até daqui a pouco.

— Valeu, Gabriel. A noite é nossa.

— É nóis.Arabesco1E assim, entre um preparativo e outro, chegou a tão esperada noite deles e delas.

— Vamos, Lolô?

— Já vou, Carol. Só vou tomar uma água e já subo.

— Vem logo. As meninas já estão lá em cima. Só faltam você e a Ju.

— Pode levar ela pra lá! Eu já vou.

— Oi, Lorena.

— Ah, oi, Sandro!…

— Tomando uma aguinha, é?

— É… bom, já  vou subir. As meninas estão me esperando. Tchau!

— Quem tá te esperando sou eu. Desde o primeiro dia.

— ‘que isso, menino?! Me solta!

— Qual é, gata?!

— Ah, sai! Tenebroso!

Lorena sai correndo pela porta dos fundos, encontra uma caixa e se esconde nela.

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E a noite só tá começando…

QUATRO OUTRA VEZ – Capítulo X

O que estão achando da história, galera? Hoje vamos ao 10º capítulo. ;) Enjoy!

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Capítulo X – Segundo dia

— Que bagunça é essa? – perguntava Carolina ao acordar

— Vem lá de baixo… – dizia a sonolenta Lorena

— O que está havendo? – indagava Bia – Cadê a Ju?

— Bom dia, meninas! Os primos do Gabriel chegaram – anunciava Julia ao entrar no quarto

— Ué?! Não eram primas? – questionava Lorena

— Acabou que vieram primos e primas.

— Opa! Melhor ainda!! – comemorava Carolina

— Carol!

— O quê, Bia?

— Tem gatinhos? – perguntava Lorena

— Tem um que é bonitinho.

— Hum… quando a Ju fala assim… – lamentava Carolina

— Ah! Que isso! Bonitinho é feio arrumadinho. Se for cheiroso dá pro gasto!

— Lolô!

— Ah, Bia! Qual é? Estou livre, leve e solta. Sou livre para voar!

— Falou tudo, Lolô! – concordava Carol – Pode pegar qualquer um dos primos do Gabriel para você, menos o Marcelo.

— Porque, Carol? Ele te deu ideia?

— Ainda não, Ju… mas se der mole eu pego!

— Suas doidas!… – ria Beatriz

— Fala sério! Ele não é lindo? Aqueles olhos, aquela boca… ah, meu Deus!

— Tadinho do Marcelo!… Se depender da Carol vai embora sem um pedaço! – gargalhava Julia— Gabriel, o que está acontecendo lá embaixo?

— Meus primos chegaram, Fabrício. E aí? Foi no quarto das meninas ontem?

— Não… nem eu nem Marcelo.

— ‘tava trancado. – completou Marcelo

— Sabe se a Bia já acordou, Gabriel?

— Não a vi lá embaixo não, Rodrigo. Mas, Fabrício, o que vocês tanto queriam lá?

— Nada, cunhadinho… só ver as coisas delas.

— Se bem que só ver as coisas não tem graça… o bom de ver mesmo são elas! – disse Marcelo

— Mas a gente pode começar vendo o quarto! No primeiro mole que elas derem, a gente vaza para lá! – dizia Fabrício

— Falou, parceiro! – concordava Marceloc11f14ab3b3f275b6ed2d0fa3340b2a0— Meninas, vamos logo senão vai ficar tarde, como ontem. – disse Carolina

— Ah, é! A Ju não pode passar a primeira noite casada “de branco”! – empolga-se Lorena

— Então vamos logo! Só vou avisar ao Rodrigo que estamos saindo e, por mim, a gente já pode ir.

No centro de Friburgo…

— Você quase não enjoou hoje né, Bia?

— Graças a Deus, Lorena…

— Já fez o teste? – indagava Carolina ao descer do carro

— Não – respondeu Beatriz – vou fazer quando voltar.

— Ah! Que bom!! – comemorava Julia – Olha! Aquela ali, na loja da esquerda! É linda! – aponta

— Vamos ver! – puxava Carolinac11f14ab3b3f275b6ed2d0fa3340b2a0Na casa…

— Ju! – chamou Fabrício ao entrar no quarto – Cadê elas? Já saíram? Já saíram!! Tenho que chamar o Marcelo. – diz Fabrício saindo à procura do mais novo companheiro de armações

— Rodrigo, você viu o Marcelo?

— Foi ajudar o Gabriel a receber as flores da ornamentação. Eu também tô indo. Quer ir?

— Daqui a pouco eu vou. Vou dar um pulinho lá em cima e depois vou.

— Quer que eu te espere?

— Não, não precisa. Pode ir. Depois eu vou.

— Valeu então. Tchau!

— Valeu. Tchau!

“Eu, agora, vou lá naquela maravilha que é o quarto delas” – pensava Fabrício – “Pronto! Cheguei. Agora quem não pode chegar são as donas do quarto. Qual será a cama da Lolô? Acho que é essa. Eu a vi com esse travesseiro na viagem. Onde é que estão as malas dela?… Aqui! Achei!! Nossa! Ela é a única pessoa que preenche esse papelzinho que vem na mala…” c11f14ab3b3f275b6ed2d0fa3340b2a0Enquanto Fabrício garimpa no quarto das moças, elas encontram a tal lingerie vermelha para Julia.

— Essa é perfeita! – vibra Carolina

— Não tá muito pequenininha, não? – perguntou Beatriz

— Claro que não! A sua, pelo que você nos disse, era muito menor! – entrega Lorena

— Era, Bia? – quis saber Julia

— Só um pouquinho…

— É essa! Vou levar. – declara

— Boa escolha, Ju! – elogia Lorena

— Gabriel vai cair pra trás quando te ver assim! – diz Carolina

— Ah, então não quero mais!

— Por que? Eu ‘tava brincando quando disse que estava pequena.

— Não quero ficar viúva na noite de núpcias!

E a gargalhada foi geral na loja.c11f14ab3b3f275b6ed2d0fa3340b2a0Fabrício, ainda no quarto das meninas, continua mexendo nas coisas de Lorena:

— A agenda dela! Será que fala alguma coisa de mim? Pô! Ela não escreve nada além de compromissos! E tá em branco desde a Páscoa!

E ele continua a mexer na agenda, mas não lê nada de interessante. Continua a vagar pelo cômodo à procura de “algo mais” e encontra uma caixa de remédios diferente.c11f14ab3b3f275b6ed2d0fa3340b2a0— Oi, amor! – cumprimenta Julia ao encontrar Gabriel em casa

— Oi, minha linda! Nossa! Como vocês demoraram, hein?

— Foi por uma boa causa – explica Lorena

— Você vai gostar! – diz Carolina

— De quê? – pergunta Gabriel

— Você saberá. Na hora certa. – indica Beatriz

— Vamos subir, meninas? – chama Juliac11f14ab3b3f275b6ed2d0fa3340b2a0Enquanto isso, no quarto, Fabrício resolve ver do que se trata a tal caixa de remédios. Afoito com o objeto suspeito nas mãos, nem vê um par de sandálias, tropeça nele e, com os susto, a caixa cai de suas mãos para baixo da cama de Julia. Ele se abaixa para pegar, quando ouve a voz de Carolina ecoando pelo corredor.

“E agora? O que farei? Se eu sair, elas me pegam. Se eu ficar aqui elas me encontram” – os passos e as vozes se aproximam – “Vou ficar assim mesmo!” – decide Fabrício se ajeitando embaixo da cama da irmã.

— Gostou, Ju? – pergunta Carolina

— Claro! Gabriel não perde por esperar! Quando ele me ver assim… – comemorava Julia

— E você? O que comprou, Lolô?

— Só uma camisolinha mesmo. Bia, me ajuda aqui, por favor. Essa blusa é horrível de desamarrar.

— Vai experimentar agora? – perguntou Bia

— Vou. Com essa correria da Ju, nem deu tempo.

Carolina: — E se não ficar bom?

Julia: — A moça da loja disse que troca. Cadê a notinha?

Lorena: — Tá aqui. Ué?! Onde guardei?

Beatriz: — Ah! Tá aqui no chão. Quase cai embaixo da cama da Ju.

— Ai, meu Deus!… Elas vão me ver… – pensa Fabrício – ‘tô perdido…

Julia: — Nossa, Lolô! ficou show!

Beatriz: — Essa cor combina perfeitamente com seu tom de pele.

Carolina: — Ficou muito lindo mesmo. Esse Casamento promete!

— Tenho que ver isso – pensa Fabrício se espichando para ver Lorena

— Meninas! O almoço está servido!! – anuncia D. Ana do corredor

— Obrigada. Já descemos, sogrinha! – responde Julia da porta do quarto

Carolina: — E então, Ju? Empolgada para mostrar o resultado ao Gabriel?

Lorena: — Só queria ser uma mosquinha para ver a reação dele.

Beatriz: — Vamos descer, gente? Tô faminta!

Lorena: — Só vou colocar uma blusa.

Julia: — Será que ele vai gostar?

Beatriz: — É claro que vai!

Carolina: — Todo cara gosta desse tipo de surpresa. Ainda mais agora que estarão casados!

Lorena: — Gente, agora morreu o assunto. Senão o Gabriel vai descobrir antes da hora.

Beatriz: — Ah, é!

Julia: — Shiii… vamos.

E entre risinhos e olhares de cumplicidade, as meninas saem do quarto.

— Ufa! Finalmente saíram! – comemorava Fabrício – Caraca! Eu já ‘tava ficando nervoso. Pra completar, nem deu pra ver a Lolô!… Sobre que resultado elas estavam falando? Que remédio é esse aqui? – divagava saindo do quartoc11f14ab3b3f275b6ed2d0fa3340b2a0— Nossa! Que calor! Nem parece que estamos em julho – reclamava Marcelo

— Assim as flores vão morrer… – lamentava Gabriel

— Deve ser por isso que a Bia tem passado tão mal: durante o dia esse calor escaldante, e à noite um frio danado. Não há quem resista. – resmungava Rodrigo

— Talvez não… – duvidava Gabriel

— Como assim? – perguntava Marcelo

— Tem alguém aqui que vai ser papai! – anunciava o empolgado Gabriel

— Eu sabia!! – interrompeu Fabrício – Essa história de vocês nunca me convenceu! Agora tenho certeza!!

— Certeza de que, mané? – indagou Marcelo

— Essa história de cinco anos morando fora e não ter rolado nada entre vocês dois! Seu mentiroso! -  dizia Fabrício acusando Gabriel

— Calma, cara…

— Calma nada, Gabriel! Seu mentiroso! Você já sabia e fingiu que não houve nada! Agora minha irmã vai casar grávida! E você sabia!!

— Quem?! – assustou-se Gabriel

— A minha irmã! A minha irmã!! – repetia aos berros

— A Julia?

— Claro, Rodrigo. Só tenho ela. Essa história de que ela era pura, que iria casar virgem… eu sabia que era mentira! Só espero que não contem nada ao meu pai, ele vai ficar muito decepcionado. E a Julia tá grávida e o Gabriel já sabia, tanto que taí se gabando “alguém aqui vai ser papai”. Seu… seu…

— Ei, Fabrício! Pera lá!! Fica no gelo, maluco. – aparta Marcelo

— Não era da sua irmã que a gente ‘tava falando. – defende-se Gabriel

— Mas tem um teste de gravidez e tudo no quarto dela!

— Hahahahaha!

— Tá rindo de que, Rodrigo? – perguntava Fabrício, enfurecido

— Hahaha! O teste não é dela. Hahaha!

— E é de quem? – quis saber Fabrício, agora confuso

— Hahahaha! É da Bia!

— De quem?

— É da Bia. As meninas acham que ela está grávida e compraram o teste para ela ontem. Hahaha!

— E eu me referia ao Rodrigo. – diz Gabriel

— Ah, é?! Puxa, gente… Sério? Foi mal aê. – desculpa-se Fabrício

Sem título_______________________________

Por hoje é só, pessoal! Até semana que vem!!

QUATRO OUTRA VEZ – Capítulo IX

Olá, pessoal!!

Desculpem a ausência. Como devem saber, sou professora e final de bimestre é uma correria só! É prova para elaborar, prova para aplicar, trabalho para corrigir, prova para corrigir, notas para lançar nos diários de todas as turmas… e, para completar, fiquei alguns dias sem internet (com um oferecimento de Inova Angra, a tipo Net daqui de Mambucaba).

Mas hoje tô de volta e publicarei a seguir o capítulo 9. Espero que gostem! ;)

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Capítulo IX – Primeiro dia

— Meninas, esse é quarto.

— Ai, que legal! Essa é a minha cama. – apontava Lorena

— E essa é a minha! – corria Carol

— Vou ficar aqui com vocês… posso?

— Claro, Ju! – concordava Beatriz

Lorena: — Vamos colocar as fofocas em dia!

Carolina: — Ah, é! Ju, conta pra gente: você já comprou a lingerie vermelha para a primeira noite?

Julia: — Lingerie vermelha?! Não. A minha roupa de núpcias é branca.

Lorena: — Não! Tem que ser vermelha!

Julia: — A sua foi vermelha?

Beatriz: — Claro! É a tradição. A primeira lingerie!!

Lorena: — Tem que ser! É a cor da paixão. Branco é muito… muito… é… muito… branco!

Carolina: — Vamos agora resolver isso! Venham, meninas! Vamos comprar a lingerie vermelha pra Ju. Afinal, Friburgo é a capital brasileira das roupas íntimas.PNG - Arabesco azul 1— Estão ouvindo? – apontava Fabrício

Gabriel: — O que?

Fabrício: — O burburinho no quarto delas!

Marcelo: — O que tem quer ser vermelha?

Gabriel: — Não sei… não entendi direito…

Rodrigo: — A calcinha.

Fabrício: — Ai, meu Deus! Calcinha vermelhinha… de quem? De quem?

Marcelo: — Como você sabe que é da calcinha que elas estão falando?

Rodrigo: — Escuta só. – todos colocam as orelhas na parede que divide os quartos – Ouviram? A da Bia também era vermelha. É a tradição. A primeira calcinha tem ser vermelha.

Fabrício: — Aê, Gabriel!…

Marcelo: — Vai ter calcinha vermelhinha na lua de mel!!

PNG - Arabesco azul 1E no caminho para o centro…

Lorena — ‘cê tá bem, Bia?

Beatriz: — ‘tô. Isso vai passar logo.

Carolina: — Quer que eu pare o carro?

Julia: — É melhor, Carol. Ela ‘tá muito pálida.

Carolina para o carro e Beatriz desce correndo; quase não dá tempo de chegar ao banheiro com Lorena.

Julia: — ‘tadinha da Bia!… Sempre passou mal quando anda de carro…

Carolina: — Mas eu a vi tomando o remédio antes da gente sair. Isso é outro tipo de enjoo.

Julia: — Como assim?

Carolina: — Quando ela voltar pro carro, repare no rosto dela. ‘tá diferente.

Julia: — Boiei, Carol.

Carolina: — Tô achando que ela tá grávida, Ju!

Julia: — Será?

Carolina: — Ela tá voltando. Repare só.

PNG - Arabesco azul 1Fabrício: — Aonde elas foram?

Rodrigo: — Bia disse que iriam ao centro.

Marcelo: — Vai ter despedida de solteiro, Gabriel?

Fabrício: — Tem que ter!

Gabriel: — Você teve, Rodrigo?

Rodrigo: — Claro! Meu primo arranjou tudo!

Fabrício: — Deve ser na moral. Nunca fui a uma.

Marcelo: — Vamos organizar isso.

Gabriel: — Olha lá, hein?!

PNG - Arabesco azul 1Carolina: — Naquela loja ali.

Julia: — Sex shop? De jeito nenhum!

Carolina: — Não, a do lado.

Lorena: — Essa vitrine tem umas peças bonitas, né, Bia?

Beatriz: — Hum, hum.

Julia: — Ainda não melhorou?

Beatriz: — Vai passar…

Carolina dá um olhar de confirmação para Julia, que passa a olhar Beatriz com outros olhos.

Lorena: — Quer ir na farmácia? Conheço um remédio ótimo para enjoo de carro. Meu ex atual tomava.

Beatriz: — Ex atual?

Lorena: — É! Meu ex namorado mais recente!

Julia: — Essa é nova.

Carolina: — Mais uma da Lorena…

PNG - Arabesco azul 1Fabrício: — Vamos no quarto delas?

Gabriel: — Fazer…?

Fabrício: — Ver como é, ora!

Rodrigo: — Melhor não.

Marcelo: — Vamos.

Rodrigo: — Não, gente.

Gabriel: — É melhor não arriscar. Daqui a pouco elas voltam, aí não vai prestar.

Marcelo: — Eu vou.

Fabrício: — Eu também!PNG - Arabesco azul 1Lorena: — Boa tarde. Me vê esse remédio para enjoo, por favor.

— Pede um teste de gravidez também. – Carolina sussurra no ouvido de Lorena

— Você tá grávida?

— Eu não, Lolô! A Bia!

— A Bia? – surpreende-se Lorena

— Eu acho que sim.

— Pensando bem… faz sentido. Ô, moço! Me dá um teste de gravidez daquele também, por favor.PNG - Arabesco azul 1Fabrício: — Como será o quarto delas?

Marcelo: — Logo saberemos.

Fabrício: — Acho que não…

Marcelo: — Droga! ‘tá trancado!!PNG - Arabesco azul 1— Acharam a lingerie? – pergunta Carolina ao encontrar Beatriz e Julia na calçada de uma loja

— Não… nessa loja não tem o que eu quero. – responde Julia

— Amanhã a gente volta – sugere Lorena

— É melhor. A gente volta com mais tempo e disposição. – concorda BeatrizPNG - Arabesco azul 1Em casa…

Julia: — E aí, meninos? Comportaram-se bem?

Fabrício: — Como anjos, maninha.

Lorena: — Imagino.

Rodrigo: — Você está bem?

Beatriz: — É só um mal estar.

Gabriel: — Deve ser do frio.

Carolina: — Vamos para o quarto, Bia. Lá você toma um remédio, deita, descansa…

Marcelo: — Oi, meninas! Já chegaram? Eu ‘tava na cozinha e nem vi você chegarem… a D. Ana pediu para avisar que já vai servir o jantar.

Julia: — Vou subir e tomar um banho.

Lorena: — É… eu também. Até logo, rapazes.

Carolina: — Vamos, Bia.

Beatriz: — Vamos, sim. Tchau, amor.

Rodrigo: — Descansa. Depois levo alguma coisa para você comer.PNG - Arabesco azul 1Carolina: — Toma, Bia.

— O que é isso? – perguntou

— Um teste de gravidez. – responde Lorena

— Eu não tô grávida! É só um enjoo. Vai passar!

— Bia, por favor… – pede Lorena

— Você tem certeza de que não tá grávida?

— Claro que tenho, Carol!!

Julia: — Meninas, o que está havendo? Do corredor dá pra ouvir vocês discutindo.

— Elas acham que tô grávida. – defende-se Beatriz

Julia baixa os olhos e declara: — Eu também acho.

— Gente, não é possível… é muito cedo…

— Mas você já é casada há mais de um ano, Bia.

— É cedo, Lolô. Rodrigo e eu planejávamos uma criança para o ano que vem, ou para o outro…

— Ela só chegou mais cedo – consolava Carolina

— Mas você ainda nem fez o teste. Calma, Bia. – disse Julia

— É verdade… não fiz. E nem vou fazer!

Lorena: — Bia!…

Julia: — Deixa, gente. Ela não quer fazer. Quem vai ficar na dúvida é ela.

Carolina: — Até porque nós temos certeza! Bem, é melhor deixa esse assunto de lado e descer para o jantar. Você vem, Bia?

Beatriz: — Daqui a pouco. Podem ir.

As meninas descem para o jantar e Beatriz fica sozinha no quarto com o tal teste.

“Faço ou não faço?” – pensava Beatriz – “Se der negativo? E se der positivo? O que Rodrigo vai achar? Ai, dúvida cruel… vou fazer. Não! Eu não tô grávida. Não é possível. Eu fiz tabelinha… será que errei nas contas? Para de me olhar!” – disse para a caixinha – “não vou nem te abrir. Não me chame! Vou jogar isso fora.”

— O que é isso? – perguntou Rodrigo ao entrar no quarto.

— Ah, nada! – diz Beatriz com  a caixa nas mãos

— Que remédio é esse? Você tá tomando remédio pra que? Deixe eu ver.

— Não é remédio, é…

— Teste de gravidez? – perguntou Rodrigo lendo o rótulo – Amor! Você tá grávida?

— Não, eu não.

— Quem? A Julia? O Gabriel já sabe?

— Não, ninguém. Ainda não. É que…

— Bia, não tô entendendo.

— As meninas acham que eu tô grávida, é mole?! Mas a gente fez tabelinha, né? Não é possível.

— Não sei… a gente pode ter errado nas contas. Cadê o resultado?

— Eu ainda não fiz o teste,

— Vai lá, faz! Vou te esperar aqui.

— Rodrigo, eu tô com medo. E se der positivo? Eu não tô pronta para ser mãe. Eu… não vou fazer.

— Mas, Bia… a gente sempre quis isso! Porque não faz o teste?

— A gente queria pro ano que vem.

— E se vier agora, vai ser melhor ainda. O preparo para ser pai, mãe, vem durante os nove meses.

— Tudo bem, vou fazer. Amanhã.

— Tá. Amanhã.

As moças e os rapazes voltam para seus quartos. É hora de dormir.

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Semana que vem tem mais! Até terça!

QUATRO OUTRA VEZ – Capítulos VII e VIII

Semana passada adiantamos um pouco a história e hoje vamos para o sétimo e oitavo capítulos. Quem será que vai a esse Casamento, hein? Haverá o reencontro das meninas?

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Capítulo VII – As viagens

Os meses foram passando, até que chegou julho. Dia 15 as malas de Bia e Rodrigo já estavam prontas. Lolô já havia comprado a passagem para Friburgo, e Carol pôs o carro para fazer revisão na oficina mecânica para pegar a estrada da Serra.

— Vamos, Bia!

— Calma, Rodrigo!

— Já está tudo no carro, o que você está procurando?

— Meu anel.

— Que anel? Aquele com pedras azuis que você não desgruda dele?

— Ele mesmo. Você o viu por aí?

— Não… vou procurar na sala.

Depois de algum tempo…

— Achou?

— Não, Bia… Você não tem noção de onde possa ter deixado?

— Não. Ai, meu Deus… onde eu o deixei? ‘Tá ficando tarde e a gente ainda está em casa…

— Calma, amor. Não chora. Senta aqui. Isso,,, pronto. Agora vamos refazer os seus passos: me conte tudo o que fez desde que acordou.

— Levantei, fui ao banheiro, tomei banho.

— Ok. Já olhei no banheiro e não está lá.

— Fui na cozinha, preparei e tomamos café.

— Já olhou na cozinha?

— Já. Até na lixeira, mas não ‘tá lá. Depois vim para o quarto me vestir. Passei uns cremes, e…

— E…?

— Já sei onde está!!

— Sério? Onde?

— Aqui: no bolso da minha blusa.

— Bia!

— É que eu o tirei para passar creme nas mãos e o guardei no bolso para não perder…8f0e35e40584095c35cfe469be31a749Lorena pegou suas malas e partiu rumo à Rodoviária. Entrou no ônibus e entregou a passagem ao fiscal, que informou:

— A senhora não vai nesse ônibus.

— Como não? – questionou Lorena

— É. Esse ônibus vai para Teresópolis, o que vai para Friburgo vai sair… não! Olhe! É aquele que já está saindo!!

Lorena desce do ônibus desesperada, gritando:— Parem esse ônibus! Tenho um Casamento para ir em Nova Friburgo!! Para tudo!!

E o fiscal a ajuda a parar o ônibus, ela pega suas malas e embarca no veículo certo.

8f0e35e40584095c35cfe469be31a749Carol pegou seu carro na oficina, buscou suas malas em casa e subiu a Serra rumo a Friburgo. Mas, como nem tudo é perfeito, às 11h da manhã de 18 de julho, Carolina fica “plantada” no acostamento, pois o pneu de seu carro furou e ela não consegue trocá-lo.

Porém, para a sua sorte, um rapaz alto, moreno de sol e com belos olhos verdes (daqueles que sobressaem à pele bronzeada), parou atrás de seu carro e indagou com o melhor do sotaque carioca:

— A moça tá perdida?

Carol, extasiada com toda a beleza à sua frente, só conseguiu responder que não com um aceno de cabeça e apontou para o pneu furado.

— Quer ajuda?

Carol, ainda boquiaberta, se quer ouviu a pergunta do rapaz, que insistiu:

— Quer ajuda?

— Hã?! Ah! Quero, sim, por favor. Obrigada. É que eu não sei trocar pneu.

O rapaz começou a trabalhar sob o sol de quase meio dia. Começou a esquentar e ele foi até o carro, apanhou em sua bagagem uma regata e trocou-a, pois a camisa de manga havia sido encharcada de suor.

— Você está viajando para onde? – Carolina quis puxar assunto

— Friburgo, – respondeu o moço terminando de se vestir.

— Que coincidência!! Eu também.

— Pois é, eu ‘tô indo para o Casamento de uma amigo meu.

— ‘Tá brincando?!

— Não, porque?

— E também ‘tô indo para um Casamento lá. Como se chama seu amigo?

— Gabriel.

— E o nome da noiva dele é Julia?

— É. Como você sabe?

— Eu também estou indo para lá. A Julia é minha amigona. Serei uma das madrinhas dela.

— Como é que são as coisas, né?! Que coincidência… bom, ‘tô aqui trocando o pneu do seu carro, indo para o mesmo lugar que você, no Casamento do mesmo casal e ainda não sei seu nome.

— Ah! Me desculpe!… Sou Carolina.

— Marcelo, muito prazer.

E eles continuaram a conversar enquanto Marcelo terminava de trocar o pneu do carro. Carol abaixou ao seu lado,  para ver mais de perto aquele “deus grego” trabalhando, mas sua observação durou pouco, pois Marcelo acabara de trocar o bendito pneu. Ao levantarem, ficaram frente a frente, como prontos para um beijo e, quando Carol quase se rendeu aos apelos daqueles olhos verdes, passou um caminhão buzinando para eles. O que os assustou e os fez cair no riso quebrando o clima antes formado, e foi cada um para o seu carro com destino a Nova Friburgo.

8f0e35e40584095c35cfe469be31a749A viagem de Bia e Rodrigo foi a mais demorada. É que a cada posto de combustível que passavam, Bia fazia Rodrigo parar, pois queria ir ao banheiro ou “tomar ar”, porque não estava se sentindo bem.

— Naquele ali, Rodrigo.

— De novo?

— ‘Tô passando mal.

— Espera mais um pouquinho… paro no outro.

— Não dá! Ou vai ser aqui no carro ou no posto.

E corria Beatriz para o banheiro…

— Ah, já estou melhorando – dizia Bia ao entrar novamente no carro.

— Comprei café. Quer?

— Café? Não, de jeito nenhum. Só o cheiro já tá me enjoando.

— ‘Tá passando mal mesmo. Pra rejeitar café…

— Espero que seja nossa última parada, senão só vamos chegar na manhã do dia 21!

— Se seu mal estar permitir, chegaremos logo. Faltam poucos quilômetros.

8f0e35e40584095c35cfe469be31a749Lorena, em seu ônibus, começa a lembra-se de seu passado com as meninas: quando tocavam na fanfarra da escola, quando brincavam de bonecas, o 1º beijo de cada uma, quando dormiram na casa da Carol para assistirem de madrugada a um jogo de Copa do Mundo de futebol, lembrou de sua paixão adolescente pelo Fabrício, até que se surpreende quando percebe que está se perguntando se hoje em dia essa paixãozinha daria certo. Mas suas recordações são interrompidas por uma freada brusca do ônibus e o gritos de algumas crianças assustadas.

— Droga! Não acredito! Não acredito! – repetia indignado o motorista

— O que houve?

— Soltou alguma coisa, acho que no motor.

O motorista desceu, analisou a situação do veiculo, voltou e anunciou:

— É pior do que imaginava. Já liguei para a empresa e mandarão outro carro para levá-los.

— Não acredito… – lamenta Lorena

E os passageiros descem, apanham suas bagagens. Alguns voltam para seus lugares; outros, como Lorena, sentam no acostamento por cima das malas.

— Eu sabia! Devia ter alugado com carro, sabia! Mas não, preferi vir de busão, é mais barato… agora só vou chegar amanhã! Ai, tédio!…

8f0e35e40584095c35cfe469be31a749— Cadê as meninas? Já são 13h e nada!

— Calma, Ju… elas moram longe, estão vindo cheias de bolsas….

— Ah, Gabriel, tô ficando preocupada.

— Deixa disso. Daqui a pouco elas chegam. Vamos almoçar. Minha mãe chamou a gente já faz meia hora.

8f0e35e40584095c35cfe469be31a749— Quero ir embora… – lamentava baixinho para si mesma – Ai, que calor!

— Está muito abafado mesmo – concordou uma senhorinha ao lado de Lorena

— Não sei onde é pior: se é dentro do ônibus ou aqui fora.

— Ah, no ônibus, minha filha. Eu ‘tava lá e saí porque não me aguentei.

— Quanto tempo a gente deve ficar aqui?

— Nãos sei… mas peguei o celular daquela moça ali e liguei pro meu filho vir me buscar.

— É?

— Mas não vou te oferecer carona, pois ele vem me buscar para me levar de volta para Niterói. A não ser que você queira ir para lá…

— Ah, não. Niterói, não. Obrigada.

— Aêêê! ‘Tão a pé!… – gritavam uns caras que passavam de carro.

— Engraçadinhos! Carona, que é bom, nada!

— Calma, minha filha… daqui a pouco aparece o outro ônibus.

— ‘Tá olhando o que?! – Lorena disse em tom de desafio a um motorista que passou um pouco mais devagar

— Minha filha, ele ‘tá voltando…

— Ai, meu Deus! – tremia

O rapa parou o carro, desceu e encarou Lorena, que o olhava apavorada e pronta para se desculpar, até que o rapaz a surpreendeu:

— Lorena! – disse abrindo os braços

— Quem é você?

— Não se lembra de mim, Lolô?

— Ai, meu Deus! Quem é esse cara?!

— Lolô! Sou eu, Fabrício!

— Fabrício?!

— Sim, sou eu mesmo! Irmão da Ju!

— Caramba! Não acredito!… – diz retribuindo ao abraço

— Nossa, Lolô, com todo o respeito: você está ótima!

— Obrigada, Fabrício, você também. Como está mudado, nem te reconheci!

— O que faz aqui? Não vai ao Casamento da minha irmã, não?

— Eu ‘tava indo, mas o busão quebrou e fiquei a pé.

— Vamos, te dou carona.

— Claro. Mas podemos levar essa senhora que estava ao meu lado?

— Hum… acho que não.

— Hã?

— Mas é claro! Vambora!

— Vamos? – perguntou Lorena à senhora

— Ah, não, minha filha… meu menino já vem me buscar, senão aceitava sim. Obrigada.

— Então tá! Eu já vou. Fique com Deus!

— Vai com Ele você também! Ah! E aproveita a carona do moço. Como vocês dizem, ele é um gatinho!…

Lorena sentiu as bochechas queimarem enquanto entrava no carro de Fabrício.

8f0e35e40584095c35cfe469be31a749Beatriz e Rodrigo estão conseguindo, com muito custo, chegar a Nova Friburgo. Mas, antes da tão aguardada chegada, eles fazem mais uma parada.

— Bia, acho melhor a gente procurar um posto médico quando chegar na cidade.

— Que nada, Rodrigo!

— Você está enjoando muito.

— Ih! Sou assim desde pequenininha. É entrar no carro e enjoar.

— Sim, eu sei. Mas das outras vezes que viajamos não foi assim.

— É, realmente…

— Então? Não é melhor procurarmos um médico?

— Quem sabe depois, quando voltarmos pra casa? Vamos?

— Vamos.

E seguiram viagem.

8f0e35e40584095c35cfe469be31a749— Nunca imaginei que um dia seria escoltava por um filé desses… – pensava Carolina em seu carro – Ah! Se eu pego… faço um estrago! Não sobraria nada para contar a história…

8f0e35e40584095c35cfe469be31a749— Gabriel… cadê todo mundo?

— Calma, Ju.

— Não é possível que seja engarrafamento.

E Julia é interrompida por um som de buzina.

— É o carro do Fabrício! Gabriel, meu irmão chegou!!

— Não falei pra você que estavam chegando? Vamos até lá recebê-lo! Ei! Olhe!

— Quem tá com ele?

— É uma moça. Namorada nova, talvez?

— Não acredito! É a Lorena!! – reconhece Julia ao chegar mais perto

— Oi, mana!…

— Oi, Fabricio! Oi, Lorena!

— Quanto tempo, Ju!

— ‘Tá chegando mais alguém – anuncia Gabriel

— Não acredito! É a Bia! – surpreende-se Julia

— Oi, meninas! Quanto tempo!… – diz Bia ao descer do carro e abraçando as amigas

— Que legal que vocês chegaram. Eu estava preocupada, impaciente… só falta a Carol, agora.

— Faltava – aponta Lorena.

— Ah! Não acredito!! Que saudades! – gritava Carol ao descer do carro.

reencontroCapítulo VIII – Primeiras considerações

— Vamos, gente. Entrem. – recepcionava Gabriel

— E então, como foi a viagem de vocês? – indagava Julia

— A minha foi lenta, fazendo pit stop em todos os postos de combustível. – contou Beatriz

— Eu peguei um ônibus para Teresópolis, desci, peguei o busão certo, mas ele quebrou, fiquei na estrada, mas o Fabrício me viu, me reconheceu e ofereceu carona. – dizia Lorena recuperando o fôlego

— Sortuda, como eu. O pneu do meu carro furou, mas o Marcelo, amigo do Gabriel, parou e me ajudou – gabava-se Carolina

— Nossa! A viagem de vocês dá um livro! – ria Julia – Bom, agora tenho uma coisa meio chata para contar.

— O que? – assustou-se Bia

— O Casamento foi adiado? – perguntou Carol

— Foi ontem? – brinca Lorena

— Não, não… é outra coisa; – tranquilizava Julia – É que depois que mandei as cartas para vocês, umas primas do Gabriel ligaram para a D. Ana se oferecendo para virem 2 dias antes e sabem como é, né? Prima é prima… e minha sogra ficou sem graça de empatar a vinda delas.

— Então elas veem amanhã? – perguntou Lorena – O que tem isso de chato?

— Bom, o chato é que não temos quartos suficientes, um pra cada um. Então a gente ‘tava conversando e achou melhor um quarto para as as moças e outro para os rapazes; e a Bia, como é casada, ficaria no quarto do Gabriel e ele passava pro quarto dos meninos.

— Gostei! Taí! Que nem nos acampamentos mistos – vibrava Carolina

— Que nem quando éramos adolescentes. Vou levantar poeira! – comemorava Lorena

— Ju, não se preocupe  comigo e Rodrigo. A gente entra na bagunça dos solteiros. Até porque, ocupar o quarto do noivo não é muito seguro…

— Porque, Bia?

— Sei lá… vai que aparece uma “surpresinha” de despedida de solteiro e eu lá… melhor não.

E todas caem na gargalhada.

8f0e35e40584095c35cfe469be31a749— E então, rapazes? O que acharam da ideia do quartos? – quis saber Gabriel

— Na moral. – concordava Fabrício

— Com certeza a Bia vai querer ficar com as garotas, aí eu iria ficar na pista. – diz Rodrigo

— Vai ser legal. Já penou observá-las trocando de roupa pelo buraquinho da fechadura? – planejava Marcelo

— E aquelas conversinhas de mulher? A gente vai ouvir tudo. – comemorava Fabrício

— Então vamos. O quarto é lá em cima.

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Agora essa história vai andar! Até semana que vem!!

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Perdeu as primeiras postagens? Não tem problema! Acompanhe:
Capítulos 1 e 2 e Capítulos 4, 5 e 6

QUATRO OUTRA VEZ – Capítulos III, IV, V e VI

Então, gente! Curtiram os 2 primeiros capítulos que postei na semana passada? Hoje a história vai caminhar mais um pouquinho! Espero que gostem! ;)

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Capítulo III – Ju

Na Espanha, enquanto almoçam em um intervalo de aula na faculdade…

— Casa comigo? – pergunta Gabriel

— Como assim? – responde Julia

— Casa comigo! Quero ser o pai dos teus filhos, viver toda a minha vida ao teu lado. Já namoramos há mais de 3 anos e esse tempo com você serviu para afirmar o quanto eu te amo! Podemos nos formar, voltar e morar no Brasil, criar nossos filhos em nosso país, junto de nossas famílias… mas para isso, preciso saber se quer casar comigo.

Mesmo atônita e surpresa, Julia consegue formar uma única palavra, no entanto a mais importante para o momento: — Sim.

C003-800x800E os meses vão se passando, eles se formam e voltam para o Brasil, onde são recebidos de braços abertos por ambas as famílias.

O Casamento vai sendo preparado com maior carinho detalhe por detalhe. Vestido, festa, Igreja, decoração, música, bolo, daminhas, bem casados, convites, lista de convidados… ah! E por falar em convidados, Julia não poderia deixar de convidar suas amigas Lorena, Carolina e Beatriz.

“Como será que estão? Concluíram a faculdade? Será que já casaram? Acho que não… senão eu ´já saberia, como soube do da Bia… Serão as mesmas ou mudaram? Será que as reconhecerei?” – Julia não cansava de se perguntar.

Os convites foram pouco a pouco sendo enviados e, para as amigas, Julia os mandou acompanhado de uma cartinha muito especial.

md.0000036225Capítulo IV – Bia

— Correio!

— Bia, a carta é para você! – anuncia Rodrigo

— Pra mim?! De quem será?

— Não sei… Aqui está escrito Julia Almeida… não é aquela sua amiga?

— É ela sim!! Deixa eu abrir! Veja, é um convite de Casamento e uma carta!

cartaBia

Bia, com os olhos marejados, olha o anelar direito, observa seu anel e decide que vai ao Casamento da amiga.

— E quando é o Casamento? – pergunta Rodrigo

— Dia 22 de julho. Ela chamando a gente três dias antes para matar a saudade.

— E tem hospedagem lá perto? Temos que reservar!

— Não precisa… ela nos convidou para ficar na casa da família do Gabriel, o noivo. Toma. Lê aqui.

Capítulo V – Carol

— Mãe, cheguei! Boa noite, pai.

— Oi, filha! Chegou uma carta para você.

— Cadê?

— Aí na mesinha do telefone. Já viu de quem é?

— Caraca!! Não acredito, pai! É da Julia!

— Gabriel Bastos… esse nome não me é estranho… Ah! Deve ser alguém lá da clínica. Que coincidência… já fiquei com um Gabriel. Bonito, beijava bem… Ih!!! Para com isso, Carolina! Acorda! Não tem só uma Maria no mundo, e muito menos um só Gabriel!! Meu Deus! Cadê o anel?! Mãe! Cadê aquele anel com pedrinhas azuis?

— Deve estar nas suas coisas. Vê na caixinha de música.

— Achei!

Carolina realmente havia encontrado o anel, mas na caixa que Bia o entregou. Só faltou o laço de fita para completar o embrulho que a amiga havia feito. O arrependimento bateu, pois descumpriu duas promessas: nunca procurou nenhuma das três amigas e usou o anel somente nas vezes em que as encontrou no verão de 99 e no Casamento de Bia, em março de 2002. Seu anel estava praticamente intacto.

1_1_130401110342_adesivo-de-parede---ramos,-flores-e-borboletaCapítulo VI – Lolô

— Conta de luz, taxa de condomínio, conta de gás… contas, contas e mais contas! Ai, que tédio! Nunca me mandam alguma coisa boa do tipo “você ganhou uma fortuna!”. O que é isso? – surpreende-se Lorena – Será que é a minha fortuna? Ah, não. É só uma carta. Se for do Diego, aquele insistente! Deixa-me ver… ah, não! Não é dele! É da Julia! Não creio…

— Ah! “…o Fabrício também estará aqui…” Vê se pode? Foi-se o tempo em que eu queria ser cunhada da Ju. Agora, o que mais quero é distância dos homens! Três anos e meio amarrada ao Diego, e agora que tenho um tempo só meu, que estou livre para voar, me aparece essa de “…o Fabrício também estará aqui…”, é mole?! Eu vou no dia 18, mas não por causa do Fabrício, é porque quero rever minhas amigas.

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O que você acha que vai rolar nesse final de semana prolongado, hein? Acompanhe semana que vem o próximo capítulo!!

Até terça! :)

QUATRO OUTRA VEZ – Capítulos I e II

17342962_1106412309488524_1806748756187820183_nOntem anunciei no Facebook que hoje teríamos uma estreia aqui na página! Sim, hoje apresentarei o 1° e o 2° capítulos da história que prometi no dia da primeira postagem após a revitalização do blog. Depois de muito pensar e procurar, finalmente encontrei o caderno onde o romance está rascunhado.

Trata-se de uma história de amor e amizade que escrevi entre novembro de 2004 e outubro de 2005 (sim, mais de 10 anos atrás!! rs), no finalzinho do Ensino Médio Normal, quando tinha 18, 19 anos. :o Então, não esperem nada muito rebuscado mas, como diz na imagem, ajeita o coração que vem coisa boa por aí!! É uma historinha bem gostosa de ler -pelo menos é o que minha amigas diziam na época que estava escrevendo.

Ah! E sobre o título, ainda não está definido. No final da divulgação do “livro”, pretendo abrir um concurso e/ou uma enquete para escolher um nome mais adequado. Vambora? ;)

SENTA QUE LÁ VEM A HISTÓRIA…

Capítulo I – Promessas

— É uma pena… – lamenta Julia

— O que? – pergunta Carolina

— A gente estar se formando? – brinca Lorena

— Não… a gente se separar. Com o fim do Colegial, cada uma vai para uma faculdade longe daqui e nunca mais nos veremos… – conclui Julia

Lorena: — Nunca mais é muito tempo!

Carolina: — É claro que nos veremos outras vezes! Não conseguiram nos separar desde a 4ª série, não é agora que vai acontecer!

Beatriz: — Trouxe uma surpresa!

Lorena: — O que é?

Beatriz: — Peguem. É uma caixinha e um envelope para cada uma. Desde o primeiro ano queria fazer isso, mas só agora consegui.

Julia: — Não precisava, Bia!…

Carolina: — Mas é lindo…

Lorena: — Eles são iguais?

Beatriz: — Sim, todos os quatro anéis e as quatro cartas também. Agora que não nos veremos com tanta frequencia, comprei os anéis para selarmos a nossa amizade que, afinal, já dura mais de 7 anos.

Julia: — São lindos, Bia! Obrigada!

Lorena: — Usarei sempre. Valeu, Bia!

Carolina: — Vou usar todo dia. ‘brigada, Bia!

— Lorena, vamos! Já é tarde.

— Já vou, mãe! – respondeu Lorena

Julia: — Tchau, Lorena!

Carolina: — Vai com Deus.

Beatriz: — Até logo.

Lorena: — Amo vocês, meninas! Beijos.

E a festa de formatura vai acabando, as meninas vão se despedindo e indo embora.

Durante o mês de janeiro elas se encontraram em algumas festas, na praia… porém, as aulas na faculdade começaram e aconteceu o que Julia tanto temia: não se viram mais.

caixa-azul-da-corao-forma-com-anel-dourado-com-jias-22291965Capítulo II – Promessas não cumpridas

Os anos foram passando, as moças cresceram e se tornaram mulheres.

Julia foi estudar Arquitetura na Espanha, onde conheceu um brasileiro com sangue bem verde e amarelo: ama futebol e carnaval. O nome dele é Gabriel, com quem logo no início da faculdade começou a namorar.

Beatriz já é uma senhora! Pouco mais de 2 anos depois da formatura, se casou com Rodrigo, filho de um amigo de seu pai.

Carolina se formou em Psicologia e é uma profissional bem requisitada em sua área.

Lorena é a que se diz em melhor fase. Terminou um namoro de 3 anos e meio com um rapaz que fazia Educação Física na mesma universidade em que ela cursava História.

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E aí? Curtiu os primeiros capítulos? Terça que vem tem mais!! ;) Se não curtiu, calma que a história só ‘tá começando… vai engrenar! rs

Até semana que vem! :)

Rio 2016

Cansada dessa gente reclamando e dizendo q vai apagar a Tocha Olímpica!

Tocha-Olimpica

A Tocha Olímpica representa o revezamento, a cooperação e a amizade entre os povos envolvidos nos Jogos. As pessoas que a conduzem (salvo exceções!) são atletas ou figuras que representam o povo da localidade onde o fogo olímpico está passando.

 

Então, POR FAVOR, não apague o fogo da tocha!! Quer protestar?! PROTESTE NAS URNAS! Não estrague esse momento único que o país está vivendo.

Concordo que os políticos envolvidos roubaram/roubam/roubarão a verba dos Jogos. Mas, convenhamos, se eles roubam dinheiro de merenda escolar -que é menos de R$1 por aluno-, você achava mesmo que eles não iriam roubar os “(…)lhões” destinados às Olimpíadas?! Entendo que seja crime, que seja absurdo, que nos deixe indignados, mas quer reclamar?! RECLAME NAS URNAS! Pare de torcer para tudo dar errado durante os Jogos!!

Disse durante a Copa do Mundo de Futebol em 2014 e repito com relação aos Jogos Olímpicos em 2016: não acho que o Brasil seja o melhor para receber esse tipo de evento, que ainda nos faltam hospitais e escolas, mas está feito! Agora nos cabe curtir e FAZER NOSSA PARTE PARA TUDO DAR CERTO. Vamos parar de só falar mal por falar mal do nosso país e vamos curtir! Quando terá outra Olimpíada no Brasil? Não sabemos! Então aproveite a oportunidade!

Repito: QUER PROTESTAR?! PROTESTE NAS URNAS!! QUER RECLAMAR?! RECLAME NAS URNAS!!

Obrigada!

Intimidade

Intimidade não requer tempo, disponibilidade em agenda. Para ter intimidade é preciso disposição para conversar, abrir o coração, estar junto. Não precisa ser o dia todo, mas é necessário ao menos um pouquinho todo dia. Isso vale para as amizades e, especialmente, para o relacionamento com Deus. ;)

organizando um Chá de Lingerie

Essa semana ajudei uma amiga a organizar o seu Chá de Lingerie. Ela casará no dia 07 de julho. Conhece essa data?! Pois é! Quando ela e seu noivo foram marcar a data do Grande Dia (em setembro do ano passado), só haviam 2 datas: 20 de outubro de 2012 ou 07 de julho de 2013. Ela me perguntou se havia problema de eles casarem na mesma data que Leandro e eu. Vê se pode? ;) Somos tão amigas que nem me importei! A data do Casamento dela é a mesma que a minha! Além dela ter sido minha madrinha de Casamento, eu serei a dela! Que lindo!! Maninha, nossa amizade nasceu no coração de Deus antes de nascer nos nossos!

Comemoraremos nossas Bodas de Papel testemunhando a formação de uma nova e querida família!!

Bem, aproveitando a oportunidade, falarei neste post sobre o Chá de Lingerie e sua importância.

Essa brincadeira é interessante, pois além de ser a despedida de solteira da noiva, a ajuda a relaxar e esquecer um pouquinho do corre corre dos preparativos para o Casamento. Sem contar que ela ganhará vários presentinhos de suas amigas e seu noivo, quando virar marido, vai se deliciar com os presentes recebidos.

Como organizar:

  1. faça a lista das convidadas - não precisa chamar muitas pessoas. As madrinhas, mães dos noivos (sim! a sogra também deve participar desse momento. Afinal, o grande agraciado com os presentes será o filho dela. rs) e as amigas mais próximas da noiva já são suficientes para compor a “bagunça”.
  2. escolha o local - escolha um lugar que seja discreto, confortável e que comporte bem todas as convidadas
  3. escolha a data e o horário - marque entre 1 mês e 15 dias antes do Casamento para não atrapalhar o cronograma do Grande Dia e para que, no ápice do estresse das resoluções pré Casamento, a noiva possa relaxar. Sobre o horário, pode ser no final da tarde, para que um ambiente à meia luz possa ser criado, caso seja do gosto da noiva.
  4. escolha o tipo de Chá - existem 2 tipos de Chá de Lingerie. Um é o que uma empresa é contratada para levar e vender as lingeries e cuidar das brincadeiras. O outro tipo é o que usei no meu Chá e no da minha amiga, onde cada convidada compra com antecedência as lingeries para presentear a noiva e uma madrinha cuida das brincadeiras do Chá.
  5. crie e envie os convites - abaixo, um modelo de convite (este é o que fiz para a minha amiga, mas nada a impede de criar o seu!). 
  6. providencie as brincadeiras* - na internet é fácil encontrar uma infinidade de atividades que podem ser usadas em um Chá de Lingerie. Depois de escolher as que mais se parecem com a noiva e com sua lista de convidadas, providencie o material para as brincadeiras.
  7. providencie os “comes e bebes” - salgadinhos, chocolates, amendoins e refrigerantes são bem vindos nestas ocasiões. Também é importante adaptar este item às preferências da noiva. E não esqueça dos descartáveis!
  8. providencie a ornamentação do local - não precisa ser nada exagerado. É só para deixar o ambiente bonito e favorável para o Chá. Veja alguns exemplos que encontrei na internet:
  9. encomende as lembrancinhas - no meu Chá de Lingerie, montei um cachepot com docinhos para oferecer às minhas convidadas, mas no Chá da minha amiga, encomendei uns mini corpetes no Mercado Livre. São liiiiindos! É só pedir com antecedência.
  10. aproveite o Chá de Lingerie!!

 

Links legais:

  • Fotos do meu Chá de Lingerie – http://www.facebook.com/media/set/?set=a.183347688461662.38188.100003592961741&type=3
  • Lembrancinhas que encomendei para o Chá de Lingerie da minha amiga – http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-489113125-20-lembrancinhas-de-cha-de-panela-e-lingerie-em-biscuit-_JM

 

*Sugestões de brincadeiras:

I.    Bola de lã
A pessoa que está organizando o chá ficará com um novelo de lã na mão. A cada convidada que chegar será pedido que corte um pedaço de lã do tamanho que quiser e que guarde. As convidadas não deverão saber para que será usado esse fio até que todas estejam presentes e com seus respectivos pedaços em mãos. Forma-se um círculo com as pessoas presentes e a anfitriã irá explicar a brincadeira: cada uma terá que se apresentar e dizer alguma coisa sobre a noiva ou sobre os noivos enquanto enrola o pedaço de lã no dedo (como se conheceram, uma situação engraçada que passaram juntas, um momento importante, etc.). Quem pegou o maior pedaço terá que se virar para falar até terminar de enrolar tudo.

II.    Batata quente
A organizadora da festa deverá separar vários itens, como: touca de banho, meia calça colorida, máscaras (de oncinha, de Zorro, de coelhinha, de Mulher Gato), enfim, tudo o que encontrar de baratinho e brega. Deve também escolher algumas coisas legais como anéis, broches, fivelinhas, batom, mini buquês, etc. Ela coloca uma música e, escondida das demais convidadas, esconde algo na caixa. A caixa deverá passar de mão em mão na roda e quando a organizadora parar a música, a pessoa que estiver com a caixa deverá abri-la e usar o que estiver dentro. No final da festa, as convidadas poderão levar seus “presentes” para casa.

III.    Papéis criativos
As participantes serão divididas em vários grupos e cada grupo escolherá uma de seus integrantes para ser vestida de jornal. O personagem escolhido em cada rodada deve ser o mesmo para todos os grupos. O grupo que melhor caracterizar o personagem, dentro do tempo estipulado pelos organizadores, receberá um prêmio. Dica: além de jornal, providencie também tesouras, rolos fita crepe e revistas. Sugestões de personagens: bombeiro, enfermeira, noiva, vampiro, zorro, freira, chef de cozinha, galinha, espantalho, etc.

IV.    Classificados
Cada participante recebe um papel com o escrito: “___________ à venda!” A lacuna deve ser preenchida com um utensílio doméstico encalhado em casa. Em seguida, ela monta um pequeno anúncio do produto, descrevendo suas qualidades. Em roda, a noiva lê os anúncios substituindo sempre o nome dos produtos pelo nome do noivo.

V.    Conselhos para a vida a dois
A organizadora deverá recortar algumas folhas de papel em formato de coração e distribuir entre as participantes para que escrevam um conselho para a vida do casal. Ao final, cada participante dobra o coração no meio e coloca dentro de uma caixa. A noiva poderá ler cada um em voz alta e tentar adivinhar quem foi que escreveu. Depois disso, os papéis poderão ser presos num mural ou colados em um caderno de recordações oferecido como um presente para a noiva. Exemplos de conselhos: não ir para a cama depois de uma briga sem antes fazerem as pazes, não implicar com o outro por causa de coisas banais, surpreender seu amor com um prato especial em um dia qualquer, manter o romantismo sempre, etc.

 

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