17 de fevereiro

Este é um dia especial para nós desde 2008

Quando nos conhecemos, em 25 de agosto de 2007, de cara, antes mesmo de sermos apresentados, eu disse “É ele!! É com ele que vou casar!”. Riram de mim, não acreditando em minha tão espontânea fé. Mas eu acreditei. Deus acreditou. E foi Deus quem nos uniu.
Começamos a orar e, passado o prazo dos 12 encontros e 1/2 (sim, 1/2 encontro!! rs), Deus nos honrou e respondeu confirmando que nosso amor é de Sua vontade.
17 de fevereiro de 2008 foi o dia do 1/2 encontro que faltava para fechar nosso período de oração e esse dia aconteceu cheio de expectativas de nossa parte e de nossos familiares.
Depois de um almoço em família, no intervalo de um Flamengo x Botafogo, quando já estava na hora de nos despedirmos, Leandro pediu a palavra e começou a dizer o que tanto esperei ouvir. Em tom quase que solene me perguntou se eu queria ser sua namorada. Minha vontade era dizer “claro que quero!”, pular ou fazer qualquer coisa mais efusiva do que o “quero” tímido que respondi mas, incrivelmente, naquele momento tão especial me faltou o ar e, com ele, as palavras. Ele perguntou aos meus pais se permitiam e abençoavam nosso namoro e, tanto meus pais quanto os dele, responderam que sim. Oramos entregando a Deus nosso namoro pela primeira vez. E também foi nesse momento que ele me chamou de “namorada” pela primeira vez.
E chegou a hora da primeira despedida dos novos namorados. Enquanto seu pai foi manobrar o carro, nos despedíamos no portão. Foi aí que ele me deu um beijo na testa, depois respeitosamente beijou meus lábios e declarou: “Esse é o primeiro dos muitos beijos que vou te dar.” E há 6 lindos anos ele cumpre fielmente essa promessa. ♥

São 6 anos de namoro, companheirismo, amizade, alegria, felicidade, cumplicidade, fidelidade… de amor! Faz 6 anos que sou uma pessoa mais feliz, mais tranquila, mais amada. Esses tem sido os 6 anos mais plenos de minha vida. E a culpa, se assim posso dizer, é tua, LEANDRO SANTOS NOGUEIRA.
Obrigada por tudo o que vc é para mim!

Esses são nossos primeiros 6 anos de namoro e, como já disse outras vezes, daqui para mais de 6, 12, 18 (…) décadas quero ver todos os dias aquele sorriso lindo, que tanto me chamou atenção e me conquistou. Quero que ele seja a última que verei antes de dormir e a primeira coisa que verei ao acordar. Para sempre. ♥

NEOQSEAV.
Sua esposa, sua eterna namorada
Vanessa Vasconcellos Imenes de Oliveira Nogueira

 

Curiosidades de um Casamento

Algumas curiosidades e surperstições sobre alguns itens que fazem parte de todo Casamento. Não que eu acredite neles, mas vale a pena dar uma olhadinha descompromissada. 😉


Vestido de noiva
A noiva veste-se de branco porque assim o faziam os romanos nos dias sagrados. Branco representa pureza, virgindade e inocência.

Buquê
O buquê teria surgido na Grécia como amuleto contra mau-olhado. Na sua confecção, era utilizado alho. Confeccione dois buquês: o primeiro, abençoado pelo sacerdote deverá ser guardado. O segundo, será lançado em direção às mulheres solteiras. Aquela que conseguir pegá-lo, terá a sorte de ser a próxima a casar. A noiva atira o buquê para repartir com os convidados sua felicidade.

Grinalda
A grinalda faz com que a noiva  pareça uma rainha, diferenciando-a dos convidados. Quanto maior a grinalda, maior é o símbolo de status e riqueza.

Véu
Hijab (véu), quer dizer, em árabe, “o que separa duas coisas”. O véu da noiva significa separar-se da vida de solteira, para entrar em uma nova vida; a de esposa. Tradicionalmente, a noiva usa um véu que cobre seu rosto porque antigamente o costume era ocultar ao noivo a vista de sua futura esposa até a hora do casamento e também porque significava submissão ao marido.

Peça azul
Outra tradição comum é a noiva usar uma peça azul para “cortar a inveja” das moças solteiras. Recomenda-se também “usar o véu, uma jóia e até mesmo o vestido” de uma esposa que foi bem-sucedida em seu casamento (avó, mãe etc).

Lua-de-mel
A Lua-de-mel tem origem no povo germânico, pois era costume se casar na Lua Nova. Na cerimônia, os noivos bebiam uma mistura de água com mel para proporcionar boa sorte. O costume também pode ter nascido em Roma: os convidados pingavam gotas de mel na porta de entrada da casa dos noivos para que estes tivessem uma “vida doce”.
A lua de mel é também uma sobrevivência do casamento com rapto quando o marido mantinha a sua “esposa sequestrada” escondida, para evitar que esta chamasse os parentes em seu auxílio.

Mês
Um ditado japonês ensina que as noivas devem se casar em junho (june bridal) para que a união perdure por muitos anos. No Brasil, o mês preferido também é maio, provavelmente, pela referência de Maya, Maria, mãe.

Arroz
Jogar arroz nos noivos é uma tradição China, usada há dois mil anos. Esta atitude simboliza a fartura para a vida do casal e fertilidade.
Atualmente se jogam também pétalas de rosa, que reapresentam um futuro doce e pleno.

Noiva do lado esquerdo do noivo
Durante a celebração do casamento, a noiva se posiciona no lado esquerdo do noivo. É uma tradição que remonta à Idade Média: se algum homem tentasse “roubar” a futura esposa do noivo, este a defenderia com a espada usando o braço direito para o combate. Segundo a superstição, quando a noiva fica no lado esquerdo, também significaria afastar o risco da infidelidade.

O noivo não pode ver a noiva vestida para a cerimônia antes do casamento
É uma tradição milenar praticada por quase todos os povos. Em alguns países árabes, o casamento (especialmente dos muçulmanos), ainda hoje é celebrado entre o pretendente e o pai da noiva (esta aguarda em outra sala). Somente depois de o casamento ser celebrado pelos homens, a noiva se encontra com o futuro marido. A tradição também ensina que o homem não deve tocar em nenhum pertence da noiva para não quebrar o encanto do matrimônio. Pode-se tocar apenas em objetos de vidro e ouro.

Noivo carrega a noiva no colo
Este costume é oriental. Acredita-se que os gênios ruins (que atacam apenas as mulheres) ficam a espera da noiva na porta do quarto nupcial. O marido protege a esposa carregando-a, para evitar que ela “pise” em algo ruim.

Flores de laranjeira
Usadas porque os nossos antepassados consideravam um talismã para assegurar uma família numerosa e felicidade.

Alianças
O anel nupcial data do paganismo. Os homens primitivos usavam uma correia estreita na cintura, com a qual amarravam a si e a noiva. Acreditavam que o espírito do noivo entrava no corpo da noiva. Os egípcios relacionavam anel com eternidade, seu uso nas cerimônias significa união eterna. Através das diferentes épocas, os anéis de casamento têm sido feitos de diversos materiais, desde o junco ao ferro, e usados em qualquer mãos e dedos. As damas do tempo da rainha Isabel usavam o anel nupcial do dedo polegar. O costume de usar o anel no dedo anelar da mão esquerda esta ligado ao antigo  conhecimento da relção nervosa do coração com os dedos mindinho e anular.

Beijo nupcial
Teve a sua origem na época feudal. Significa uma homenagem que o noivo fazia à família da noiva.

Bolo da noiva
O costume do “bolo da noiva” veio da França. Conta-se que um cavalheiro francês assistiu a um casamento inglês no qual o noivo e a noiva se beijavam por cima de uma mesa cheia de doces. Voltado ao seu país, achou mais interessante, em vez de montes de doces, um só bolo modelado e confeitado.

Origem da marcha nupcial
O autor foi Felix Mendelssohn e forma parte de sua obra: Sonho de uma noite de verão , escrita em 1826.
A tradição de tocar a marcha nupcial começou em 1991 com a boda da princesa Victoria de Inglaterra com o príncipe Federico Guillermo de Prusia.

Protocolos:

No dia
Como toda grande tradição, o casamento também tem uma série de regras que devem ser seguidas independentemente do tipo de casamento . São regras simples e não pedem nenhum esforço extra.

Chegada à igreja
O noivo sempre chegará antes da noiva, com uma diferença de pelo menos meia hora. Tanto ele quanto ela devem entrar na igreja em cortejo, ele de braço dado com sua mãe ou madrinha e ela, com seu pai ou padrinho.
A noiva não deve se atrasar mais que meia hora. Ao entrar, ela deve se posicionar ao lado esquerdo do noivo. Esta tradição remonta à época em que os homens levavam a arma do lado direito, e, desta forma, tinham mais liberdade de movimento.

Dentro da igreja
Os convidados da noiva ficarão do lado esquerdo da igreja, atrás da noiva, enquanto os do noivo ficarão à direita, atrás dele. Os primeiros bancos são destinados aos familiares mais diretos. No primeiro banco devem estar os pais e avós. No segundo, outros parentes próximos e as testemunhas. Os outros convidados podem se sentar onde desejarem.

Na festa
O fato de os noivos chegarem antes ou depois dos convidados não é considerado um detalhe importante. O importante é que haja alguém da família para recepcionar as pessoas que forem chegando.
Dentro do salão, as mesas devem estar dispostas de forma circular, para facilitar o fluxo dos recém casados entre elas. Os pais devem se sentar em mesas próximas à destinada ao novo casal.

Superstições do casamento

  • Não use pérolas no casamento, dizem que elas trazem má-sorte para os noivos;
  • Nunca se case numa terça-feira, nem num dia 13;
  • Mesmo que você e seu noivo já vivam juntos, passem a noite antes do casamento separados;
  • Não se case em janeiro, para não ter problemas econômicos ao longo da sua vida de casada.

Hilárias, não?

A maioria dessas coisas são feitas pelas noivas, mas muitas desconhecem a razão (como o fato de jogarem o buquê).

Achei interessantíssimo o motivo da noiva se posicionar ao lado esquerdo do noivo. Vou pedir ao Leandro para portar uma espada no dia do nosso Casamento, para me proteger de possíveis sequestradores. 😀 E a grinalda?! Tô perdida!! Porque a minha coroa é pequenininha! Tô longe de fazer parte da realeza! Minha coroa será muito plebéia! rs

Ai, ai!… Se acreditam ou não, não sei! Mas valeu saber a origem de algumas coisas que vemos nos Casamentos, né?

NAMORO SANTO: Deus quer. Você consegue?

Devido ao pequeno número publicações evangélicas com esse tema na net, resolvi compartilhar esse estudo que foi ministrado aos jovens da Igreja onde congrego. Espero que seja de grande utilidade a vocês!


O BEIJO

É espantoso, mas é verdade: para se dar um beijo, são mobilizados quase 30 músculos. O principal deles é um músculo chamado orbicular, que nos permite fazer a protusão dos lábios (ou seja, contraí-los para fazer “biquinho”). Mas há outros músculos envolvidos, como os zigomáticos superior e inferior, o elevador do lábio superior e o depressor do lábio inferior.

Quando beijamos, o cérebro determina a produção de hormônios e neurotransmissores como a oxitocina, que ajuda as pessoas a desenvolverem sentimentos de vínculos, devoção e afeto entre si. O coquetel inclui dopamina, serotonina e, não poderiam faltar, a adrenalina e a endorfina. Daí vem a sensação de euforia e o frio na barriga. Essa é a chamada “química do amor”.

O beijo ainda favorece o aparelho circulatório: os cerca de 70 batimentos cardíacos sobem para 150, melhorando a oxigenação do sangue. E o consumo energético durante um beijo, é de 3 a 5 calorias.

No beijo, há uma considerável troca de substâncias: 9 miligramas de água, 0.7 decigramas de albumina, 0.711 miligramas de matérias gordurosas, 0.45 miligramas de sais minerais, hormônios, 18 substâncias orgânicas, cerca de 250 bactérias e vírus.

Beijar é muito bom, mas devemos tomar cuidado quanto a quem, quando e como beijamos.

 

JUGO DESIGUAL

É uma aliança não aprovada por Deus. Quando o casal não professa a mesma fé, eles estão no chamado “jugo desigual”.

Você conhece algum caso bem sucedido? De acordo com o meu “achismo”, o afastamento de cerca de 50% dos jovens da Igreja se dá por causa de seus relacionamentos amorosos.

 O que a Bíblia diz a respeito: “Não vos ponhais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente…” (II Coríntios 6.14-16)

Agora que já sabe o que é jugo desigual, você não vai querer isso para a sua vida. Mas você deve estar pensando… o que fazer? A resposta é ORAR E ESPERAR.

UMA HISTÓRIA DE AMOR

Após a morte de sua esposa Sara, Abraão, avançado em idade, chamou o seu empregado mais antigo e disse-lhe que fosse à sua terra e à sua parentela, e de lá trouxesse uma esposa para seu filho Isaque. O servo considerou aquela tarefa muito difícil porque era grande a responsabilidade e orou a Deus para que lhe mostrasse a moça certa (Gn 24.12-14).

Ele disse “…esta seja a quem designasse ao teu servo Isaque…”. E antes mesmo que acabasse aquela oração, surgiu Rebeca, muito bonita e da parentela de Abraão. E tudo ela fez conforme o pedido que ele fizera a Deus. Rebeca concordou imediatamente em ir com ele, para encontrar-se com Isaque. E assim prosseguiram a viagem.

Isaque havia saído para orar no campo, ao entardecer “…e levantou seus olhos, e olhou, e eis que camelos vinham. Rebeca também levantou os seus olhos, e viu Isaque, e lançou-se do camelo”. (Gn 24.63-64)

SEGREDOS PARA O SUCESSO NO AMOR

1º) Buscar na sua própria parentela: Abraão foi enfático quando disse para seu servo buscar em sua própria parentela uma noiva para seu filho Isaque. A sua preocupação era tanta, que fez o homem jurar que só traria uma moça que fosse de sua casa. (Gn 24.2-10)

2º) Oração é fundamental: O servo de Abraão pediu um sinal da parte de Deus, para que identificasse facilmente e não escolhesse errado a moça que, segundo a vontade divina, já estava separada para se casar com Isaque.

 

O SER HUMANO PRECISA DE COMPANHIA

É natural querer namorar, estar junto de alguém.

Segundo a Sociologia, “o homem é um ser social”, ou seja, não consegue viver sozinho, sem a companhia de outras pessoas. Mas essa não é uma descoberta contemporânea. Quando Deus criou o mundo, os animais e Adão, Ele mesmo declarou: “… não é bom que o homem esteja só” (Gênesis 2.18) e, por isso, criou Eva (Gênesis 2.21-24).

AS FASES DA VIDA HUMANA

Quando se trata de afetividade, há uma seqüência natural para a vida humana e cada uma delas tem seu propósito definido. 

  • Namoro: fase do conhecimento = diálogo (sinceridade é fundamental);
  • Noivado: fase da decisão = organizar e fazer planos;
  • Casamento: fase da união (diante da autoridade competente);
  • Núpcias: fase da união = conhecimento a dois (Gênesis 2.24);
  • Filhos: herança do Senhor (Salmo 127.3) 

 

Falaremos da primeira fase: o namoro. Por alguns jovens, este é um momento muito aguardado, mas… O que é o namoro? E, para os jovens cristãos, o que é namoro santo?

Segundo o dicionário Michaelis, namoro é o ato de namorar. E namorar é esforçar-se para conseguir o amor de; cortejar, galantear. Atrair, cativar, inspirar amor a, seduzir. Tornar-se enamorado; afeiçoar-se, apaixonar-se. Agradar-se, ficar encantado. Procurar conquistar; paquerar.

Ainda segundo o Michaelis, santo quer dizer que serve a algum uso sagrado. Dedicado, consagrado a Deus. Conforme a moral religiosa: Vida santa.

Logo, “namoro santo” é inspirar amor no outro de forma consagrada a Deus!

 

COMO VIVER UM NAMORO SANTO?

Para começar, não custa nada lembrar o objetivo do namoro: conhecer. Conhecer alguém significa saber suas virtudes e seus defeitos. Saber o que deixa o outro feliz e o que o entristece. Saber suas preferências, qual sua personalidade e saber se é bom ou mau caráter. Durante o namoro, deve-se pesar todas essas descobertas em uma balança e ver se essa pessoa te agrada em uma totalidade.

Um namoro santo tem suas características “exclusivas”. São elas:

a) Vida de oração – “Namorados santos” devem sempre buscar a orientação de Deus. Não apenas um, orando sozinho em seu lar, mas o dois em suas devocionais diárias e os dois orando juntos (afinal, não se namora sozinho, só com o outro). O versículo “Orai sem cessar” (I Ts 5.17) se encaixa perfeitamente neste tópico. “Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus.” (Mt 18.19) Se ambos pedirem, buscarem, um namoro santo, isso lhes será dado por Deus (ver também Mt 21.22).

b) Pensamentos puros – Durante o tempo em que estiverem juntos, meditem nas coisas que Deus tem guardado para ambos. Bons pensamentos geram boas atitudes.

c) “Não dêem lugar ao diabo” (Efésios 4.27) – Procurem não ficar sozinhos em ambientes “convidativos”, não façam aquilo que virá a despertar desejos mais íntimos. Controlem as carícias, controlando seus próprios corpos. O casal nunca deve se julgar forte e capaz para vencer sozinho as tentações que lhes sobrevém. Devem sempre depender de Deus, pois Ele é quem conhece o “funcionamento” de seus corpos. Para evitar problemas, só façam um com o outro aquilo que não teriam vergonha de fazer na frente dos outros. Até porque, os olhos de Deus estão em todos os lugares (Hb 4.13).

d) I Tessalonicenses 5.22 – Um casal que tem como objetivo um namoro consagrado a Deus deve sempre “fugir de toda aparência do mal” (I Ts 5.22). Mesmo que saibam que nada de mais está acontecendo entre ambos, não devem dar lugar à imaginação do próximo.

e) A conversa – Já que o namoro é tempo de conhecimento, aproveitem esse tempo para conversar e abrir seus corações. Deixem bem claro um ao outro quais são seus projetos, suas vontades, seus desejos atuais e futuros para, quando chegar o tempo da união, não existirem surpresas desagradáveis.

f) O carinho – Aprendam a demonstrar carinho com respeito (Rm 12.11a). Busquem intimidade visando o conhecimento mútuo sem que seja necessária defraudação do corpo do outro. Palavras doces e pequenas surpresas podem revelar o amor um pelo outro sem que desagradem a Deus.

g) Planejamento – Planejem bem seus encontros, criando sempre atividades diferentes. A rotina abre as portas para a tentação.

h) As influências – Um “casal santo” não deve ser influenciado pelo que os outros falam ou pelo que a mídia moderna sugere. Um “namoro santo” é um namoro diferente dos demais, sim! (I Jo 5.19) Não devemos achar normal o que temos visto por aí a fora (Rm 12.2).

 

POR QUE VIVER UM NAMORO SANTO?

É excelente para o relacionamento!
Quando o casal perde o foco e deixa de consagrar seu namoro, a atração e a aventura passam a dar um tempero diferente. Todo o tempo que passam juntos é aproveitado para criar um “clima”. O diálogo tão importante para que os dois se conheçam e vivam felizes por toda a vida, passa a ser secundário.

E o principal: é o que agrada a Deus!
Ele deixa claro que o casal deve esperar até o casamento para se tornarem uma só carne: “portanto deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma só carne” (Gn 2.24). Primeiro o homem deixa sua família primária para se unir à sua mulher e, só depois, serão ambos uma só carne.

 Esta é a minha oração: como consagramos nossas vidas a Deus, que nossos relacionamentos também sejam consagrados a Ele!