dinâmicas de grupo para o primeiro dia de aula

No clima de volta às aulas, pesquisei algumas dinâmicas de grupo para conhecer meus novos aluninhos. Depois de acessar muitos fóruns e blogs esse foi o que mais gostei: [http://www.professoremsala.com.br/5-dinamicas-excelentes-para-o-primeiro-dia-de-aula/] e, por isso, vou deixar aqui disponível para que outros acessem. 😉

5 DINÂMICAS EXCELENTES PARA O PRIMEIRO DIA DE AULA

Criança tem que brincar de ser criança

Achei esse post no blog da TecMundo: <http://m.tecmundo.com.br/celular/58445-criancas-nao-devem-ter-smartphones-tablets-12-anos.htm>. Vamos ver se com esse artigo as famílias se tocam!

Concordo que o post é exagerado e algumas das informações não têm base científica, mas a maior parte desse discurso é válido. Falo isso há um tempão e ninguém me ouve!!

 
Prof. Esp. Vanessa V. Imenes de O. Nogueira 
Pós Graduada em Educação Física Escolar 
CREF 030028-G/RJ

1º de setembro :: Dia do Profissional de Educação Física

Hoje é aquele dia em que as pessoas postam fotos de halteres, aparelhos de musculação e personal trainers e prestam a eles suas homenagens.

 Mas hj tbm é dia daquele profissional que carrega um apito no peito, bola embaixo do braço e no coração anseio de transformar o mundo através da prática de atividades físicas nas escolas.

Hoje é 1º de setembro, Dia do PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA.

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Parabéns para nós, profissionais da área da Educação, pois somos nós que fomentamos na garotada o desejo de ser um cidadão melhor.
É um trabalho árduo, sem o reconhecimento devido, mas sabemos o quanto somos importantes na formação e aperfeiçoamento de caráter dos que passam por nossas mãos.

Prof. Esp. Vanessa V. Imenes de O. Nogueira
Pós Graduada em Educação Física Escolar
CREF 030028-G/RJ

•● 15 de outubro: Dia do Professor ●•

Neste DIA DOS PROFESSORES gostaria, claro, de parabenizar meus colegas de profissão. E gostaria de parabenizar e agradecer especialmente alguns que marcaram minha vida:

  • tia Leninha, que foi um amor, um doce, e me acolheu na época em que entrei para a creche em Mangaratiba;
  • Manoel Fernandes, meu primeiro professor de Educação Física, ainda na época da alfabetização, e depois foi meu professor na 8ª série e durante o Ensino Médio Normal;
  • tia Sonia, “uma japonesinha”, que foi minha primeira professora no CIEP 294, quando eu fazia o C.A. (alfabetização);
  • tia Núbia, minha professora na 1ª série, que casou no fim do ano letivo e foi morar em Caxias. Como fiquei triste! Até que um dia, depois de graduada, a reencontrei em Mangaratiba e ela viu em mim um dos frutos de seus esforços quando percebeu que atualmente somos colegas de profissão;
  • tias Ana Beatriz e Ciça, que eram minhas professoras durante a 2ª série, que me ensinaram a fazer “letrinha de mão”;
  • tia Adriana Coimbra, que foi minha professora na 3ª série;
  • professoras Andreia Maria e Rosane que, durante a 4ª série, souberam lidar comigo durante a transição da infância para a adolescência;
  • professora Denise, de Inglês, que me deu aula na 5ª série e até hoje lembro do que ela ministrou;
  • professora Solange Stoque, de Língua Portuguesa, que carinhosamente lia, corrigia os meus textos e me incentivava a continuar escrevendo quando eu estava na 5ª e 6ª séries;
  • professora Neiva, de Língua Portuguesa e Produção de Texto que, quando mudei do CIEP 294 para o CE João Paulo II (na metade da 8ª série), descobriu que eu gostava de escrever e me usava como exemplo em outras escolas onde ela trabalhava para que seus alunos desenvolvessem o gosto pela leitura e escrita;
  • professora Cristina Oliveira, que me incentivou a continuar escrevendo quando entrei no Ensino Médio Normal e me convenceu a fazer minha inscrição nos concursos de redação e poesia que ganhei (ela dizia que eu deveria fazer faculdade de Letras, Jornalismo ou Comunicação… rs);
  • professora Mariza Castilho (a Marizinha) que, no 1° do Ensino Médio Normal, não nos deixava colar folhas no caderno, nos fazia copiar toooodas as – chamadas – xérox para treinarmos a letrinha de professora, que nos fazia escrever só com caneta preta e que não aceitava Diário de Classe rasurado;
  • professora Cirlei Rinaldi (sim, a Cirlei! rs) que era uma professora muito exigente. Ela “pegou no meu pé” o Ensino Médio Normal inteiro e no último dia de aula do 4° e último ano, quando eu tinha certeza de que ela me odiava, fez um elogio inesperado e fenomenal à minha prática pedagógica;
  • professores da Graduação em Educação Física; e
  • professores da Especialização em Educação Física Escolar.

Claro que outro(as) professores passaram pela minha vida e que agora não estou me lembrando para listar e homenagear, mas que, com certeza me ensinaram a ser uma pessoa melhor, uma cidadã crítica e que influenciaram na escolha da minha profissão e me inspiraram a ser o que sou hoje: PROFESSORA.

 
Profª Esp. Vanessa Vasconcellos Imenes de Oliveira Nogueira
Especialista em Educação Física Escolar
CREF 030028-G/RJ
 
 

Para as minhas aluninhas… [2]

Essa vai para as menininhas que dizem “professora, sou evangélica e não posso dançar”. Pessoal, a professora de vocês também é crente e (pasmem!) dança. Vamos ver um pouquinho de dança na Palavra?

Dança

Uma celebração diante do Senhor

Tanto nas culturas como nas civilizações antigas, a dança era uma maneira importante de expressar sentimentos profundos da alma humana. Como qualquer forma de arte, a dança tem o poder não apenas de expressar emoção, como tabém de provocá-la, tanto na pessoa que dança como na que observa. Como mostra a história da filha de Herodias (Marcos 6.17-28), a dança pode facilmente ser mal usada quando se torna um instrumento de poder sensual, em que a principal finalidade é a auto satisfação ou o despertamento da luxúria do outro. Jó adverte sobre pessoas que ficam tão ocupadas dançando e se divertindo que não querem servir ao Senhor (Jó 21.11-14).

Na Bíblia, a dança foi usada para expressar alegria e louvor ao Senhor (2 Samuel 6.14; Salmo 149.3; Salmo 150.4; Jeremias 31.4, 13). Dançar foi parte da comemoração pela volta do filho pródigo à casa do pai na parábola que Jesus contou sobre o filho perdido (Lucas 15.25). O povo hebreu usava a dança para celebrar a glória de Deus e suas maravilhosas obras. Davi dançou diante de Deus em uma algre comemoração da volta da arca a Jerusalém. Esse tipo de dança exuberante, quando descrita no texto das Escrituras, é sempr eligado às mulheres (Êxodo 15.20, 21; Juízes 21.9-21); elas o fazem sozinhas ou em grupo, mas nunca aparecem homem e mulher juntos; era sempre espontânea e sem coreografoa predeterminada (1 Samuel 18.6) – uma expressão genuína de prazer espiritual (Salmo 30.11, 12).

De qualquer forma, todos os cristãos são responsáveis diante de Deus em ter uma vida santa, sem comprometimentos morais (Romanos 14.21; 1 Coríntios 6.19,20; Gálatas 5.16; 1 Tessalonicenses 4.3-8) e com diligência para glorificar a Deus em todas as esferas da vida (1 Coríntios 10.31).

Fonte de pesquisa:

A Bíblia da Mulher : leitura, devocional, estudo / Barueri, SP : Sociedade Bíblica do Brasil ; São Paulo : Mundo Cristão, 2003 (p. 104)

Meninas, da próxima vez que a professora de Educação Física passar um trabalho de dança, que tal escolher uma canção que glorifica a Deus? Que tal elaborar uma coreografia que exalte ao nome do Senhor e, de quebra, ainda fale do amor de Cristo aos seus colegas de turma? Pensem nisso!

“… fazei tudo para a glória de Deus.” (1 Coríntios 10.31)