dinâmicas de grupo para o primeiro dia de aula

No clima de volta às aulas, pesquisei algumas dinâmicas de grupo para conhecer meus novos aluninhos. Depois de acessar muitos fóruns e blogs esse foi o que mais gostei: [http://www.professoremsala.com.br/5-dinamicas-excelentes-para-o-primeiro-dia-de-aula/] e, por isso, vou deixar aqui disponível para que outros acessem. 😉

5 DINÂMICAS EXCELENTES PARA O PRIMEIRO DIA DE AULA

Criança tem que brincar de ser criança

Achei esse post no blog da TecMundo: <http://m.tecmundo.com.br/celular/58445-criancas-nao-devem-ter-smartphones-tablets-12-anos.htm>. Vamos ver se com esse artigo as famílias se tocam!

Concordo que o post é exagerado e algumas das informações não têm base científica, mas a maior parte desse discurso é válido. Falo isso há um tempão e ninguém me ouve!!

 
Prof. Esp. Vanessa V. Imenes de O. Nogueira 
Pós Graduada em Educação Física Escolar 
CREF 030028-G/RJ

•● 15 de outubro: Dia do Professor ●•

Neste DIA DOS PROFESSORES gostaria, claro, de parabenizar meus colegas de profissão. E gostaria de parabenizar e agradecer especialmente alguns que marcaram minha vida:

  • tia Leninha, que foi um amor, um doce, e me acolheu na época em que entrei para a creche em Mangaratiba;
  • Manoel Fernandes, meu primeiro professor de Educação Física, ainda na época da alfabetização, e depois foi meu professor na 8ª série e durante o Ensino Médio Normal;
  • tia Sonia, “uma japonesinha”, que foi minha primeira professora no CIEP 294, quando eu fazia o C.A. (alfabetização);
  • tia Núbia, minha professora na 1ª série, que casou no fim do ano letivo e foi morar em Caxias. Como fiquei triste! Até que um dia, depois de graduada, a reencontrei em Mangaratiba e ela viu em mim um dos frutos de seus esforços quando percebeu que atualmente somos colegas de profissão;
  • tias Ana Beatriz e Ciça, que eram minhas professoras durante a 2ª série, que me ensinaram a fazer “letrinha de mão”;
  • tia Adriana Coimbra, que foi minha professora na 3ª série;
  • professoras Andreia Maria e Rosane que, durante a 4ª série, souberam lidar comigo durante a transição da infância para a adolescência;
  • professora Denise, de Inglês, que me deu aula na 5ª série e até hoje lembro do que ela ministrou;
  • professora Solange Stoque, de Língua Portuguesa, que carinhosamente lia, corrigia os meus textos e me incentivava a continuar escrevendo quando eu estava na 5ª e 6ª séries;
  • professora Neiva, de Língua Portuguesa e Produção de Texto que, quando mudei do CIEP 294 para o CE João Paulo II (na metade da 8ª série), descobriu que eu gostava de escrever e me usava como exemplo em outras escolas onde ela trabalhava para que seus alunos desenvolvessem o gosto pela leitura e escrita;
  • professora Cristina Oliveira, que me incentivou a continuar escrevendo quando entrei no Ensino Médio Normal e me convenceu a fazer minha inscrição nos concursos de redação e poesia que ganhei (ela dizia que eu deveria fazer faculdade de Letras, Jornalismo ou Comunicação… rs);
  • professora Mariza Castilho (a Marizinha) que, no 1° do Ensino Médio Normal, não nos deixava colar folhas no caderno, nos fazia copiar toooodas as – chamadas – xérox para treinarmos a letrinha de professora, que nos fazia escrever só com caneta preta e que não aceitava Diário de Classe rasurado;
  • professora Cirlei Rinaldi (sim, a Cirlei! rs) que era uma professora muito exigente. Ela “pegou no meu pé” o Ensino Médio Normal inteiro e no último dia de aula do 4° e último ano, quando eu tinha certeza de que ela me odiava, fez um elogio inesperado e fenomenal à minha prática pedagógica;
  • professores da Graduação em Educação Física; e
  • professores da Especialização em Educação Física Escolar.

Claro que outro(as) professores passaram pela minha vida e que agora não estou me lembrando para listar e homenagear, mas que, com certeza me ensinaram a ser uma pessoa melhor, uma cidadã crítica e que influenciaram na escolha da minha profissão e me inspiraram a ser o que sou hoje: PROFESSORA.

 
Profª Esp. Vanessa Vasconcellos Imenes de Oliveira Nogueira
Especialista em Educação Física Escolar
CREF 030028-G/RJ
 
 

E o salário, ó!

Em um dia chuvoso estava dando aula para o 9° ano, quando resolvi fazer um jogo de mímica com eles. Havia mímica de filmes, animais, profissões e, claro, de esportes.
Logo no início da brincadeira, surge a primeira pérola: “pode fazer gestos?” (Kkkkk – tô para aprender como se brinca de mímica sem gestos. Kkkk)
Passado um tempo, um menino pega um papelzinho e dá a dica para a sua equipe: “é um esporte!!” e começa a girar os braços como se estivesse nadando. Ninguém acertou. Peguei o papel dele e li: 100m rasos (que é uma corrida).
Daqui a pouco, acontece a terceira façanha. O menino pega um papel, lê, e diz que se trata de uma profissão. Conferi e realmente era (ufa! Que bom! rs). Ele começa a sua mímica cutucando os ouvidos, a equipe fala o nome de uma profissão e ele fica indignado porque ninguém acerta. O povo chuta outras alternativas e nada! Ele continua cutucando os ouvidos ate que se rende chateado. A turma pergunta o que estava no papel dele e eu respondo: “oftalmologista”. Como a galera acertaria com ele fazendo errado???!!! Huahuahuaha
Ainda bem q o sinal bateu, se não sairia correndo depois dessas proezas… rs

OBS.: essa é a mesma turma onde o menino disse que Ginástica Aeróbica é de avião. Chupa essa manga! Kkkk

Para as minhas aluninhas…

Estava navegando no canal Delas, do iG, e encontrei essa matéria aqui. Quando digo que podemos fazer atividades físicas “naqueles dias”, é porque é verdade… Tem até quem recomende! Abaixo, seguem algumas explicações e dicas.

Ciclo menstrual e desempenho físico

Saiba qual a melhor opção de treino em cada fase do mês

por Chris Bertelli, iG São Paulo

Foto: Getty Images

Há 50 anos, fazer exercícios durante o período menstrual era quase impensável. Com receio de que o corpo ficasse mais debilitado, a malhação era suspensa nessa fase.

Hoje, os especialistas já sabem que fazer atividades físicas nesse período traz benefícios. Aprenderam também que respeitar o corpo e as alterações hormonais típicas das mulheres pode trazer melhores resultados.

“Elas têm menos capacidade muscular e pulmonar, entre outras particularidades. É preciso individualizar o treino”, relata a ginecologista Maita Poli de Araujo, coordenadora do Ambulatório de Ginecologia do Esporte da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A oscilação dos níveis de hormônio (principalmente a progesterona, o FSH e o LH) decorrente do ciclo reprodutivo pode influenciar na realização dos exercícios e no desempenho, com exceção das mulheres que tomam anticoncepcionais. “Cada mulher é única, os técnicos, preparadores físicos ou personal trainers devem ficar atentos a essa alteração para planejar o treino de forma mais individualizada e eficiente”, diz Araújo.

O ciclo menstrual é dividido em três fases e dura aproximadamente 28 dias. Confira cada uma delas aprenda a adequar o treino:

Fase 1: dois em um
A primeira fase do ciclo, chamada de folicular, tem a predominância do estrógeno, começa no primeiro dia da menstruação e dura, em média, 11 dias. Dentro desse período, no entanto, existem duas subclassificações: do início do sangramento até o fim (em geral, depois de cinco dias) e pós-menstrual, do 5º ao 11º dia.

No período do fluxo, a mulher se sente mais cansada, sem ânimo, e pode sofrer com cólicas. Apesar da vontade de faltar às aulas da academia, os especialistas recomendam perseverança e indicam treinos mais leves como caminhada, aula de dança, alongamento ou ioga. A malhação, aliás, é uma boa opção para reduzir as dores abdominais.

Já na fase pós-menstrual, há um forte aumento na capacidade de resistência e na velocidade, e o desempenho físico tende a uma evolução rápida e progressiva. “Isso se deve a duas importantes variações: elevação do estrogênio e maior liberação de noradrenalina. Esse período deveria ser o escolhido para participação em competições ou mesmo para programar as fases mais intensas e/ou volumosas do ciclo de treinamento dentro do mês”, avalia Cassiano Neiva, chefe do Laboratório de Metabolismo e Fisiologia do Esforço da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP). Exercícios físicos intensos como aeróbica, corrida e musculação pesada são os mais indicados para essa fase.

Fase 2: sobe e desce
Esse período tem início quando há o rompimento do folículo e a liberação do óvulo para as trompas, o que ocorre aproximadamente a partir do 12º dia do ciclo e vai até o 22º .

Nos primeiros dias, há aumento da progesterona e baixa do estrógeno, diminuindo a capacidade de coordenação e a força. Quando se sentir assim, deixe as aulas de step de lado e prefira movimentos simples, ou exercícios com aparelhos. Não é necessário diminuir o ritmo, apenas trocar a atividade.

No entanto, do 16º em diante o quadro se inverte e há um pico de progesterona. É quando as atletas podem estar no seu melhor estado de rendimento, pois ocorre aumento considerável na força, na velocidade e na resistência. É hora de retomar as aulas de aeróbica e apostar na musculação pesada.

Fase 3: TPM
A última fase é chamada de lútea, e nesse período o rendimento físico tende a sofrer uma queda significativa. “A redução é conseqüência de um aumento nos níveis de progesterona. Há diminuição na concentração e fadiga muscular precoce”, relata Neiva. Na fase de tensão pré-menstrual, o exercício pode ser um grande aliado no combate aos sintomas da TPM.

“O exercício aumenta a quantidade de serotonina no corpo, que inibe a dor. Outra dica para essa ocasião é exercitar-se no sol (evitando os picos de radiação solar). “Ele age no sistema endócrino e ajuda na sensação de bem-estar”, diz a ginecologista Maita Poli de Araujo.

 

Então, meninas! Agora que já sabem, que tal fazer as aulas de Educação Física mesmo assim… “naqueles dias”? 😉 Bjks da professora!

 

•● 1º de setembro: Dia do Profissional de Educação Física ●•

1º de setembro! Hoje é o nosso dia!!

Parabéns, galera!
Que Deus nos abençoe com ânimo, paciência e alegria no desempenho de nossa profissão.
Que sejamos sempre conhecidos em nosso ambiente de trabalho como os profissionais responsáveis por promover o bem estar biológico, psicológico e social de cada indivíduo que por nossas mãos passar; como os professores mais queridos da escola; como o exemplo de simpatia, disciplina e integridade de muitos alunos (seja na escola ou academia). 

 
Mais uma vez, parabéns para nós!!

Graduação em Educação Física

Graduação em Educação Física

Discurso de Formatura

Ontem, 05 de setembro, foi minha formatura. Como fui oradora da turma, escrevi e li o tradicional discurso que escreverei a seguir:

Em dezembro de 92, uma menina já com “janelinha”, pela falta dos dentes de leite, prometia em sua primeira formatura:

“Aos meus pais que tanto amo; aos meus professores que nunca esquecerei; aos meus pais que nunca abandonarei: prometo, eternamente, ser aluna exemplar, contra tudo lutar, sem nunca desanimar.”

Hoje essa menininha, já crescida, sabe cumpriu sua promessa, assim como seus companheiros de graduação que se quer sabiam desse juramento, mas, como ela, nunca desanimaram e, muito menos, desistiram de lutar por seus objetivos.

Mas para esses objetivos serem alcançados, passamos por algumas situações… O que dizer das hilárias aulas de Dança Educacional, das gincanas e peças teatrais de Recreação, dos inúmeros seminários de Pesquisa e Prática Pedagógica, da inesquecível feira de Folclore, da prova prática de Ginástica Artística e das inusitadas partidas de Basquete, Handebol, Futsal e Vôlei? Quantas noites mal dormidas por causa da preocupação com as provas de Anatomia, Biomecânica, Fisiologia do Exercício, Metodologia do Treinamento e Musculação! Como esquecer os décimos suados e bem vindos ou pontos que poderiam ter feito a diferença naquela prova? Tudo isso passou. E foi com a ajuda de Deus que conseguimos caminhar até aqui.

Graças a Ele não somos mais simples graduandos. Agora somos professores de Educação Física! Profissionais responsáveis por promover o bem estar biopsicossocial de cada indivíduo que por nossas mãos passar; os professores mais queridos da escola; o exemplo de simpatia, disciplina e integridade de muitos alunos. Os profissionais de Educação Física são definidos de muitas maneiras. Algumas delas:

“Professor de Educação Física não come: combina proteínas, carboidratos e lipídeos.
Professor de Educação Física não cheira: olfata.
Professor de Educação Física não toca: faz avaliação física.
Professor de Educação Física não fala: coordena vibrações nas cordas vocais.
Professor de Educação Física não pensa: faz sinapses.
Professor de Educação Física não toma susto: recebe resposta galvânica incoerente.
Professor de Educação Física não chora: produz secreções lacrimais.
Professor de Educação Física não se apaixona: sofre reações químicas”

Ainda acrescento mais uma: Professor de Educação Física não se forma; nasce. Ser professor, e de Educação Física, é uma qualidade inata, pois para sermos capazes de educar através da motricidade humana não basta cursar uma faculdade, tem que nascer esse dom divino.

E hoje, depois de passarmos por tantas lutas durante a vida acadêmica, provamos que nascemos com esse dom e que merecemos a conquista do título de Licenciados em Educação Física.

Vanessa Vasconcellos Imenes de Oliveira