DIY :: a reforma da minha Bíblia

Há alguns anos a “Bíblia da Mulher”, da editora Mundo Cristão, era a favorita das varoas. Toda mulher evangélica queria a Bíblia com a capa em dois tons de rosa. Além de linda, essa Bíblia é cheia de mensagens, estudos, referências, ilustrações… No entanto, ela não é mais encontrada para venda. Acredito que uma das causas seja a sua linda capa em material emborrachado. Uma irmã da Igreja onde congregava tinha uma Bíblia dessa e sua capa estava toda amassada, com aquelas rugas que se formam pelo manuseio; conheço outra irmã que a capa de sua Bíblia da Mulher descascou por completo. E, para evitar esses transtornos, comprei uma capa plástica para minha querida Bíblia, mas o tempo foi implacável até mesmo com todos os cuidados que tinha com ela: sua capa começou a esfarelar deixando-a com aspecto de desleixada.

Além de muito boa, também tenho apego emocional por minha Bíblia. A ganhei de presente do meu Esposo em 2010, época em que ainda éramos Namorados! Por esses e outros motivos minha linda e querida Bíblia não merece ser deixada de lado por causa de uma simples capa!

maxresdefaultAtualmente está em alta o termo DIY, que é a abreviação de “do it yourself” (“faça você mesmo” em Inglês). Eu sempre gostei dessas coisas, sempre curti artesanato e afins, embora não tenha muita habilidade para tal. O que faço dá para quebrar um galho, mas não dá para viver disso. rs

Foi aí que veio a ideia da reforma e hoje ela finalmente aconteceu! 🙂 Seguem as fotos:

Frente da minha Bíblia da Mulher

Frente da minha Bíblia da Mulher

verso da minha Bíblia da Mulher

verso da minha Bíblia da Mulher

folha de EVA cortada em tamanho para capas e lombada

folha de EVA cortada em tamanho para capas e lombada

 

 

 

EVA colado nas capas e na lombada

EVA colado nas capas e na lombada

Bíblia encapada com o contact (este cortado com um pouco de sobra nas bordas)

Bíblia encapada com o contact (este cortado com um pouco de sobra nas bordas)

frente pronta

frente pronta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Até que ficou mais fofa do que imaginei… rs

Não queimei meu sutiã!

Esses dias estava observando umas colegas de trabalho comentando que prestaram concurso público para isso e aquilo; que a vida andava difícil, pois tinham que trabalhar em 2 colégios e depois ainda dar conta dos afazeres domésticos. Algumas têm secretária, outras querem dispensar as suas, outras se dizem “exploradas” pelos maridos e filhos quando chegam em casa… fiquei tonta no meio daquele bate papo informal da mulherada.

Fiquei pensando… e eu? A única certeza que tenho é a de que não quero nenhum(a) estranho(a) em meu lar, quero ter o prazer de cuidar de minha casinha e de criar meus filhos. Mas aí? O que farei? Queimarei meu diploma ou meu sutiã?

Na década de 60 mulheres levaram revistas femininas, cílios postiços, sapatos de salto, sutiãs, tudo que remetesse à “feminilidade fútil” para uma praça de Atlantic City com o fim de protestar queimando essas peças, porém a prefeitura não permitiu o uso de fogo e esse ato ficou apenas na vontade, mas se tornou símbolo da luta feminista. Elas queriam igualdade entre os sexos, queriam ter o direito de trabalhar nas profissões que desejassem, queriam liberdade de expressão, queriam ser tratadas com respeito. Porém, as coisas não andaram como as feministas da época desejavam.

As mulheres tornaram-se masculinizadas. Algumas trabalhando em profissões que antes eram destinadas apenas a homens. Não que eu tenha algum problema com isso, pelo contrário! Cada um deve escolher o que quer! Mas eu não desejo trabalhar, trabalhar, trabalhar e trabalhar só para dizer que sou livre.

Estamos pagando um preço alto por querer a igualdade entre os gêneros. Deus não nos fez iguais, então  devemos ser diferentes!


Princípios de Deus (segundo estudo contido na Bíblia da Mulher)

O casamento é o relacionamento mais antigo do mundo, estabelecido por um Criador soberano, no jardim do Éden. Nesse cenário belo e perfeito, Deus organizou o lar, designando posições e definindo responsabilidades a Adão e Eva.

Adão seria o provedor (“para cultivar” o jardim), o protetor (“para guardar” o jardim) e o líder (“O Senhor Deus lhe deu essa ordem”). Sua ocupação era cuidar do jardim e do que havia nele (Gn 2.15-17). Isso exigia o tipo de liderança de servo praticada por Jesus (Ef 5.21-33). Não há, certamente, espaço para o abuso e nem para a tirania contra a esposa por parte do marido, nem opção para a recusa voluntariosa da mulher pela liderança do marido.

As responsabilidades da mulher são várias: ela deveria ser uma “auxiliadora” (Gn 2.18), uma consoladora (Gn 24.67) e uma encorajadora (Pv 31. 12, 26). Eva era parceira de Adão para executar o propósito divino de multiplicar e encher a terra (Gn 2.18). Ela deveria ser sua companheira terrena mais íntima, aliviando sua solidão (Gn 2.18).

Quando o pecado entrou no mundo, o caos instalou-se. O plano de Deus permanecia o mesmo, mas foi deturpado pelas escolhas pecaminosas de Adão, de Eva e de seus descendentes. Deus permitiu que Adão e Eva escolhessem pecar, mas não escolhessem as consequências do pecado. O medo tomou conta deles; temeram enfrentar a Deus por causa da sua desobediência (Gn 3.10). Foram expulsos de seu lar com esta previsão: o trabalho de Adão se tornaria difícil, por que seria obrigado a lutar com cardos e abrolhos (Gn 3.17, 18), e Eva sofreria ao dar à luz (Gn 3.16). Adão, Eva e sua posteridade teriam combates espirituais até o fim dos tempos.

Apesar do fracasso de Adão e Eva, os princípios de Deus para o casamento permaneceram os mesmos – segundo os papéis designados por Deus, os maridos devem usar sua autoridade, dada por Deus, para prover, proteger e amar (Gn 2.15-17; Ef 5.25), e as mulheres devem ajudar seus respectivos maridos e submeter-se à sua liderança, dirigida por Deus (Gn 2.18; Ef 5.23,24). Os maridos e as mulheres podem ignorar o plano de Deus para o lar, mas, quando um princípio espiritual é violado, o resultado é a divisão. Eles podem buscar redefinir o plano de Deus conforme seus desejos e circunstâncias pessoais, mas, em última análise, a sabedoria humana não pode competir com a do Deus onisciente. Não haverá unidade, contentamento, nem paz – só uma casa dividida – num casamento que desafia os princípios de Deus. Maridos e esposas são desafiados a despender tempo, energia e criatividade em busca de meios para se conformarem à liderança de servos e à submissão, a exemplo de Cristo.

Conclusão (as minhas palavras)

Nós, mulheres, não devemos ser aquela Amélia cantada na música popular, que é aquela que fica em casa vivendo só para procriar, para agradar ao marido e sendo, às vezes, até maltratada por ele. Atualmente trabalhamos para ajudar na renda familiar, mas devemos continuar femininas, preservando nossa aparência física, cuidando de nosso lar, educando nossos filhos e não nos matando de trabalhar por aí deixando nossas crianças “soltas” o dia inteiro permitindo que a rua se encarregue de educá-las.

Tive a sorte -sorte, não! benção- de ser professora e poder trabalhar em meio período. Admito que o salário não é dos melhores (como todo mundo sabe), mas é suficiente para ajudar nosso cofrinho e, quando Deus nos abençoar com filhos, terei tempo para educá-los nos caminhos do Senhor.

Tenho orgulho de dizer que não queimei meu sutiã e que não vou queimar meu diploma! Viverei de acordo com a vontade de Deus, sendo uma auxiliar idônea, uma companheira de verdade para o Leandro, uma dona de casa que dá o melhor de si pelo seu lar, (futuramente) uma mãe divinamente inspirada e uma excelente profissional.

Deus me fez mulher. E é assim que quero ser!