Vida de Adoração

O que seria uma vida de adoração? Quando se diz isso, as pessoas já imaginam um monte de gente dentro da Igreja todos os dias. Mas adorar a Deus é mais que isso. Beeeem mais.

Certa vez ouvi uma definição de adoração que achei maravilhosa: “adorar a Deus é fazê-Lo sorrir”. De vez em quando me pego pensando se tenho feito Deus sorrir com minhas atitudes. E não é só com atitudes dentro da Igreja ou no meio dos meus irmãos. É EM TODO O TEMPO.

Uma forma de adorar a Deus é dando bom testemunho no meio onde você vive, sabe? Desde as coisas mais simples (como devolver os centavos que vieram a mais no troco), às mais complexas (não levar aquela bike bonitona só porque ela está no bicicletário sem cadeado). Como cristãos, devemos sempre fazer as coisas certas -mesmo que mais ninguém as faça- e não fazer coisas erradas -mesmo que todo mundo faça.

Sim, é chatinho e não é fácil ser o certinho o tempo todo. Mas é a forma que Deus quer que vivamos nossas vidas: dando o exemplo.

Esses dias, conversando com Leandro, falamos sobre o comportamento de alguns alunos meus. Os adolescentes, de modo geral, não largam seus smartphones de jeito nenhum, nem durante as aulas. O professor está explicando o conteúdo e eles continuam com seus fones nos ouvidos prestando atenção em seus aparelhos. Se você é cristão e faz isso, além de falta de respeito com o profissional que está à sua frente, é mau exemplo para os ímpios que te cercam. Como cristãos, precisamos abrir mão de nossos smartphones não só durante os cultos mas também no decorrer das aulas no Colégio.

O bom testemunho é dado nos pequenos detalhes de nossa vida diária. O amigo não crente observa e percebe que VOCÊ age de forma diferente, até que ele percebe que essa diferença é a vida de adoração que você realmente vive.

Metaforicamente: você e o relacionamento com seu celular têm dado um bom testemunho de vida? O Senhor Jesus só está pedindo que você abra mão um pouquinho do seu smartphone, não está pedindo pra você abrir mão de sua vida. Não, ainda.

Meu 4º pesadelo de noiva

Semana passada (de quinta para sexta) pesadelei mais uma vez com o nosso Grande Dia. Tô cansada disso, já!!! rs

Dessa vez eu estava com um vestido de noiva muito bonito até, mas não era nem de perto o vestido que sonhei por 10 meses e aluguei na Top Fashion. Era algo mais ou menos como esse abaixo, com as alças tipo de camiseta. Nada a ver comigo, mas até aí tudo “bem”. rs

Eu tinha passado o meu dia de noiva no Sítio onde será a nossa festa (hã?? rs) e, mais uma vez, ninguém tinha feito meu penteado, eu estava de cabelos soltos apenas. Como no outro pesadelo, eu chorava feito louca, enfiava o véu e a coroa na cabeça e ficava esperando papai chegar para me levar para a Igreja.

Depois de mais de 1h de atraso, aparecia meu pai dizendo: “Esse teu buquê roxo me deu muito trabalho! Quando fui buscar, as flores estavam todas murchas e eu mesmo dei um jeito nele. Dá pra usar!” E eu soloçava: “Meu buquê roxo lindo!…” Papai falava para eu entrar no carro, que já estava tudo mais do que atrasado e que eu teria que casar com o buquê improvisado mesmo.

Eu achava linda a atitude do meu pai, que se sacrificou por mim, que deu um jeito para eu ter meu buquê roxo, e eu ficava encantada olhando pra ele enquanto pensava. Foi aí que me dei conta: “Pai, que blusa é essa?!” – o encanto havia acabado. Meu pai estava vestindo uma blusa azul listrada com azul marinho e uma gravata super esquisita por baixo do smokking que alugamos para ele. “Eu não gostei daquela blusa que veio com o terno, não. Vesti essa minha mesmo e gostei mais. Vambora!”. Aí que eu soluçava ainda mais.

Eu dizia que não iria enquanto ele não trocasse aquela blusa horrorosa e ia andando e chorando pelo gramado do Sítio, pisando nas pedras que faziam o caminho até o salão de festas. Então eu me tocava, levantava a barra do vestido e olhava para meus pés: “Pelo menos é o meu sapato de noiva lindo!…” – pensava.

Acordei com o peito doendo de tanto que chorei de madrugada. Foi sinistro!

No sábado passado, mamãe e eu fomos com papai alugar o smokking dele e reservar os dos padrinhos. Fiz questão de contar o sonho pra ele e dizer que ele nem pode se atrever de pensar em trocar a camisa. rs

Aliás, observei bem atentamente se existe a possibilidade de trocar as gravatas dos padrinhos para rosa e a atendente me garantiu que isso é impossível. Ufa!

Agora sim posso dormir tranquilamente nesses 93 dias de solteira que me restam.

Será?! ;) rs

Sim!! Somos a geração que dança!

David Quinlan tem uma música que seu refrão diz assim:

“(…) E seremos a geração que dança,

Por causa da Tua misericórdia, ó Deus!

Tua misericórdia, ó Deus!

E seremos a geração que canta,

E que celebra a Tua glória, ó Deus!

A Tua glória, ó Deus! (…)”

Alguns têm reclamado dessa música, que nem é tão nova assim. Eles tem dito que a juventude só pensa em dançar, em cantar, em levar a vida na brincadeira. Mas não penso assim. Acho que a juventude faz muita coisa na Casa do Senhor, que tem agido de forma impactante atualmente.

Os jovens não querem saber só de diversão e dança! Nós temos estudado a Palavra, evangelizado, buscado e cultuado a Deus de diversas formas. Dançar e cantar, que dizem ser especialidade da juventude, faz parte de nossas preferências (sim, lógico!), mas quem disse que os jovens só se preocupam em cantar e dançar? E quem disse que isso é ruim? Afinal, como o apóstolo Paulo disse, “… façam tudo para a glória de Deus” (I Coríntios 10.31b) e, nesse caso, dançar é para a glória de Deus, sim! Assim como devem ser o nosso futebolzinho, nosso culto jovem, nossos namoros, nossos cultos de oração, nossas reuniões semanais, nossa Escola Bíblica Dominical…

Certas pessoas preferem criticar a mocidade de sua Igreja e não observam o que eles têm feito além de dançar. Preferem rotular a juventude em vez de olhar com bons olhos as novidades que nós, jovens, levamos para a Casa de Deus. Será que eles se esqueceram que também já foram jovens (ou em alguns casos ainda são) e, quando levavam algo de novo para o meio dos irmãos, alguém precisou aceitar essa novidade para que ela atualmente fizesse parte dos cultos?

Claro que não estou aqui para acusar uns e muito menos para defender outros. É obvio que não quero que a juventude da Igreja onde congrego seja conhecida por fazer festas que “bombam” e cultos que parecem um show onde ninguém ouve a Deus. Tudo deve ser feito com “decência e ordem” (I Coríntios 14:40), mas de acordo com o contexto que o jovem está inserido, de forma que o jovem se sinta bem e não vá buscar no mundo algo que pode ser encontrado na Igreja e que o satisfaça.

Pessoal, pare de rotular a juventude, por favor! Prestem atenção no que essa galerinha cheia de gás faz e se fazem tudo “…para a glória de Deus”.

Sim! Eu faço parte da geração que dança!

Voar, voar…

Outro dia estava observando um pardal em um galho na árvore. Ele era visivelmente novinho, não tinha todas as penas amadurecidas, ainda tinha penugem. Ele pulava de um galho para o outro piando. Pulava para lá, pulava para cá e nada de levantar vôo. O pior é que ele estava sozinho nessa empreitada! ‘tadinho!! E o bichinho continuou alguns minutos ali, pulando e piando até que… VOOU! Simples assim. Voou e sumiu.

Fiquei pensando… assim é a nossa vida! A gente fica protegidinho no ninho com nossos pais até uma hora em que eles precisam nos deixar voar sozinhos.

Tô vivendo uma fase parecida com a do pequeno pardal. Estou noiva, de casamento marcado, organizando uma coisa ou outra da festa, da cerimônia, da casa nova e muitas das vezes preciso fazer sozinha, sem minha mãe que sempre foi minha companheira e sem meu pai que sempre foi meu amigo. Deve ter sido difícil para a mamãe pardal ver seu filhotinho alçar seu primeiro vôo solo e não poder ajudá-lo. Era preciso deixá-lo fazer isso sozinho, ele precisava aprender voar, ser independente. Acho que deve estar sendo igualmente difícil para meus pais me assistir “piando de um galho para o outro” para que eu possa aprender a voar sozinha e construir meu ninho por aí.

Mas, graças a Deus, somos diferentes dos pardais. Deus nos fez seres sociais, que mantém laços e vínculos. Aleluia! :)

Confesso que tô morrendo de medo de voar e construir meu ninho, mas sei que assim que eu “piar” mais alto, meus pais virão voando impedir que eu caia do galho e me ensinarão a voar de maneira correta, mais alta e mais bonita.

Agradeço muito a Deus por essas pessoas maravilhosas que Ele comissionou para serem meus pais. Sei que essa missão não foi fácil, mas eles a tiraram de letra e a prova disso é que voarei alto com os ensinamentos dados por eles. Tenho muito orgulho de ser filha de quem sou: um casal batalhador, pessoas honestas, uma dupla amorosa, pais carinhosos e dedicados, que serviram (e servirão) de espelho para mim e para tantas outras pessoas que conhecemos.

Senhor, obrigada pelos pais que me deu. Me ensine a honrá-los em cada dia de minha vida. Amém!


Dedico este post a Sérgio Roberto Imenes de Oliveira & Silvana Vasconcellos Imenes de Oliveira, os melhores pais do mundo (pena que só Vítor e eu temos esse provilégio… rs).

Programação para Chá de Panela

Quando elaborei a programação para o nosso Chá de Cozinha, não senti muita dificuldade. Afinal, como já tinha contado no dia 28 de julho do ano passado, comprei o livro “A Melhor das Despedidas”, da União Feminina Missionária Batista Brasileira. Nesse livro tem uns 10 programas diferentes para Chá de Panela. Peguei as brincadeiras que achei melhor e montei a nossa programação.

Sei que isso é função das madrinhas, mas como queria brincadeiras leves, que não constrangessem a ninguém e que todos pudessem participar (inclusive meu noivo e seus amigos), dei uma lida rápida no livrinho, escolhi as brincadeiras que pareciam mais divertidas, montei o programa e alguns dias antes, deixei tudo nas mãos das madrinhas. Pronto! Tivemos um Chá de Cozinha tranquilo e light do jeito que eu desejava e nossas madrinhas puderam “judiar” da gente do jeito que queriam. Ficou muuuuuuuuuuiiito legal!! Bem crente batista mesmo! rs

A programação está abaixo. Espero que goste!! ;)

PROGRAMAÇÃO PARA NOSSO CHÁ DE COZINHA (realizado dia 11 de fevereiro de 2011)

Momento devocional

Oração
Cânticos
Leitura Bíblica – Salmo 118
Poesia: “Reviravolta” (Élida Moreira Alves da Silva)
Eu era só eu
e, no meu mundo,
só havia uma escala de valores.
De repente,
você penetrou no meu mundo
e o que lá não cabia,
por causa de você
ganhou lugar;
e quase tudo
que era importante
já não é.
Antes
tudo era eu e meu.
Agora,
Sem você é quase nada
E quase não sou eu,
Porque com você
Aprendi a ser nós.

Oração pelo casal

Recreação

I. Coisas extravagantes
Cada pessoa do grupo receberá um lápis e papel, para escrever alguma coisa extravagante para os noivos fazerem. Os participantes deverão assinar os nomes no pedaço de papel. Depois de pronto, a dirigente recolherá os papéis lerá o que cada um escreveu. Mas o interessante da brincadeira é que as coisas extravagantes não serão feitas pelos noivos, mas pelas próprias pessoas que assinaram.

II. Adivinhe se puder
Enlaçar a cabeça da noiva com uma tira de papel, contendo uma palavra ou frase. Os participantes deverão representar com gestos o que está escrito, para que a noiva adivinhe. Dar cinco oportunidades para que ela descubra. Caso não consiga, deverá pagar uma prenda. Depois faça o mesmo com o noivo.

III. Conhecimento mútuo
Separadamente, os noivos responderão a perguntas relacionadas a seu futuro cônjuge. Sempre que houver uma resposta diferente da que for dada, a noiva (ou o noivo, se for o caso) deverá chupar um limão. Exemplos de perguntas:
a)Qual fruta que ele mais gosta?
b)O que ele gosta de fazer nos momentos de folga?
c)O que ele não gosta de comer?
d)O que o deixa aborrecido?
e)O que você faz que ele não gosta?
f)O que ele mais gosta de comer?
g)O que o deixa com ciúme?
h)O que ele tem vontade de possuir?
i)De que bicho ele tem medo?
j)Qual o lugar ele gostaria de conhecer?
k)Quantos filhos ele gostaria de ter?
l)Quantas namoradas ele já teve?
m)O que ele não gosta no trabalho?
n)Que tipo de atitude ele não gosta nas pessoas?
o)O que ele mais admira em você?

IV. É proibido dizer “não” e “negativo”

A dirigente procurará manter um diálogo com os noivos, forçando-os a dizer as palavras “não” e “negativo”. Inicialmente deverá distrair o casal, fazendo perguntas que não exijam uma resposta negativa; mas, repentinamente, deverá jogar uma pergunta que pede uma resposta negativa. Sugerimos algumas perguntas:
a)Quantos anos vocês tem?
b)Qual a profissão que vocês exercem?
c)Vocês estão realizados profissionalmente?
d)Qual o grau de escolaridade?
e)Soube que pretendem continuar os estudos no exterior. É verdade?
f)O que vocês dizem a respeito do casamento?
g)Vocês vão morar com seus pais?
h)Vocês me parecem muito desanimados para o casamento. Estão pensando em adiar?
i)Está faltando acertar alguma coisa para a realização da cerimônia religiosa?
j)Soube que a lua de mel será cancelada. Por quê?
k)É verdade que quanto mais próximo do casamento, mais os noivos costumam brigar?
l)Seus pais parecem tristes com o casamento. É verdade?
m)Que conselho vocês dariam para os jovens que pretendem se casar?
n)Soube que o Pastor não irá realizar a cerimônia religiosa. O que vocês irão fazer?
o)É verdade que não querem filhos?

V. Observação
A dirigente convidará os noivos a sentarem-se um de frente para o outro e conversarem sobre qualquer assunto, durante três minutos. Depois os noivos serão colocados de costas um para o outro. A dirigente fará algumas perguntas aos noivos, individualmente, testando o seu nível de observação. Exemplo:
Para a noiva, a respeito do noivo
a)Como ele está vestido?
b)Qual a cor da sua camisa?
c)Qual é a cor da calça ou bermuda?
d)Ele está usando sapato, tênis ou chinelo?
e)Qual é a cor?
f)Ele está usando meias?
g)Qual é a cor?
h)Em que braço está o seu relógio?
Para o noivo, a respeito da noiva
a)Como está o seu cabelo?
b)Qual e á cor do seu batom?
c)Qual a cor da blusa?
d)Ela está usando saia, bermuda ou calça?
e)Ela está usando brincos?
f)Ela está de relógio?
g)O que tem nos pés?
h)Qual é a cor?

VI. Chuva de Presentes (OBS.: os presentes serão divididos de acordo com a quantidade de brincadeiras)
1. Os participantes estarão espalhados à vontade pela sala. De um em um, os jovens se aproximarão do casal com as mãos para trás, escondendo o presente. Os noivos deverão perguntar: “amigo ou amiga?”. A pessoa responderá de acordo com o gênero masculino ou feminino do objeto. Os noivos deverão perguntar, também, para que serve o objeto. Através das respostas dadas, o casal deverá adivinhar o presente. Após 3 tentativas, não conseguindo, pagarão prendas.
2. A dirigente colocará o casal de noivos diante de uma mesa coberta com um lençol. Embaixo do pano estarão os presentes dos participantes já desembrulhados. A dirigente avisará que por alguns segundos tirará o lençol e os noivos deverão observar e memorizar todos os objetos ali expostos. Logo depois, escreverão no papel o que viram. A noiva terá a sua lista e o noivo a sua. Os objetos mencionados serão retirados da mesa e os demais ficarão para a continuação da brincadeira. Vencerá quem memorizar um maior número de objetos em 3 tentativas. O perdedor pagará uma prenda.
3. Cada participante deverá criar um slogan para apresentar o seu presente aos noivos. Através desse slogan o casal descobrirá o presente oferecido. Terão 3 oportunidades para acertar e caso não consigam, deverão pagar uma prenda.
4. Os participantes oferecerão presentes aos noivos. Preso em cada presente deverá estar presa uma tira de papel, contendo características da pessoa que ofereceu o presente. Os noivos lerão as características e tentarão descobrir o nome da pessoa que os presenteou. Caso não consigam identificar, o grupo poderá ajudá-los.

PRENDAS:
- Comer uma maçã colocada dentro de um balde com água, mas sem tocar as mãos no balde e/ou na maçã.
- Imitar uma pessoa conhecida.
- Fazer uma declaração de amor para uma pessoa do grupo.
- Tomar chá de boldo.
- Imitar quatro animais.
- Representar um personagem bíblico.
- Encher três bolas até estourar.
- Apanhar cinco objetos no chão sem dobrar os joelhos.
- Chupar limão sem fazer cara feia.
- Escrever uma declaração de amor com a mão esquerda.
- Ler um determinado texto com o livro de cabeça para baixo.
- Citar cinco características de um marido/uma esposa ideal.
- Vestir a roupa pelo avesso.
- Sentar no chão de braços cruzados e levantar sem descruzar os braços. Fazer isso três vezes.
- Dar uma volta no local, carregando um livro na cabeça.
- Fazer um exercício físico. Repetir dez vezes.
- Manter uma bola no ar, através do sopro, durante dois minutos.
- Correr com um copo d’água na mão, pulando de vez em quando.
- Roncar de três maneiras diferentes.
- Dizer a cinco pessoas do grupo o que pensa a seu respeito.
- Fazer um elogio a si próprio
- Ficar sério enquanto o grupo provoca risos
- Permanecer parado por um minuto na posição m que cinco pessoas o colocarem.
- Escrever seu nome completo com o lápis na boca.
- Contar até onde puder, sem respirar.
- Contar uma parábola bíblica.
- Tomar café sem açúcar.

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Confira algumas fotos desse dia especial:

A oração de uma futura mamãe

Não se assuste com o título do post. Não. Não estou grávida. Sou apenas uma noiva a 5 meses de seu Casamento que anda pensando muito na família que construirá.

Quando eu tinha mais ou menos 10 anos de idade, minha mãe se converteu e passou pelo batismo na Igreja Assembléia de Deus. A partir daí, comecei a acompanhá-la nos cultos e a me familiarizar com a Casa de Deus. Louvava ao Senhor no grupo de crianças quando, aos 11 anos, a dirigente da mocidade me convidou para fazer parte do grupo jovem. Não faltava a um ensaio, um culto, uma saída (quando éramos convidados para participar do culto em outras Igrejas)… estava com todo o gás! Perto de completar 13 anos, minha família e eu nos mudamos para outra congregação, uma bem pequenininha. Foi aí que tive oportunidade de servir a Deus em outra área.

Durante a Escola Bíblica Dominical (a EBD), enquanto os adultos estavam estudando a Palavra, seus filhos ficavam brincando e correndo pelo santuário. Às vezes isso até atrapalhava as aulas, mas os pequenos não tinham para onde correr (literalmente. rs). Foi quando percebi a necessidade que nossa Igreja tinha de ter uma classe só para as crianças. Conversei com o Pastor, que me apoiou e deixou que eu desse aula para as pequenas ovelhinhas do rebanho. Compramos material didático e separamos uma das salas da Igreja para a classe “Primeiros passos com Jesus”, onde todo domingo eu levantava cedo e lecionava sobre a Palavra do Senhor para os pequenos de Sua casa. E a partir daí não parei mais. Desde os 14 anos, durante toda a minha adolescência, estive envolvida com a EBD. Até mesmo quando decidi servir a Deus na Igreja Batista (onde aliás, estou até hoje). Atualmente, com a proximidade do Casamento, não estou mais lecionando na EBD, mas continuo ativa na Igreja servindo ao Senhor junto com o Grupo Jovem Exército de Cristo.

As oportunidades que me foram dadas durante a adolescência foram muito importantes para que eu entendesse o que é serviço cristão e para desenvolver em mim o amor a Casa do Senhor ao ponto de querer sempre ajudar de alguma forma. É de suma importância engajarmos nossos adolescentes nessa empreitada. É nessa fase da vida que eles descobrirão quem são e o que Deus quer de suas vidas.

O que me preocupa é se meus filhos terão a mesma oportunidade que eu tive, quando adolescente, de “tomar o gostinho” de serem servos do Senhor, de contribuir para o bom e pleno funcionamento de Sua Casa. Sei que ainda nem casei e que é meio cedo para ficar de cabelos brancos preocupada com isso, mas desde já oro para que meus filhos tenham um prazer ainda maior que o meu e do Leandro ao estarem ativos na Casa de Deus.

Você tem orado por seus filhos? Mesmo aqueles que ainda não nasceram, que se quer foram gerados, você ora por eles? Nunca é tarde para começar!

Dica de livro :: “Eu, você e Deus”

Hoje, aniversário da minha grande amiga Ully Geissler, lhe farei uma homenagem fazendo a propaganda de seu livro “Eu, você e Deus”.

Este livro que Ully divinamente inspirada por Deus escreveu conta uma história de amor que todo jovem cristão gostaria de viver. De acordo com a própria autora, a sinopse do livro é a seguinte:

“Eu, Você e Deus”

Um romance para que sonha com um relacionamento segundo o coração do Pai.

“Laura é uma jovem cristã, que depois de vários tombos em sua vida sentimental, resolveu entregar essa área totalmente nas mãos de Deus e esperar o tempo certo para o namoro.

Nesse tempo ela conhece um rapaz que é o namorado dos sonhos, lindo, cristão, romântico, etc. Porém ela sabe que não é disso que um relacionamento segundo o coração de Deus depende.

Buscando estar no centro da vontade de Deus, ela terá que enfrentar muitas dúvidas, quanto a sua vida amorosa, a fim de não se machucar novamente. Aprendendo na pele que ‘Cada coisa tem o seu tempo’ e buscando sempre fazer a vontade de Deus.”

Ully tá virando uma celebridade por conta desse livro, gente!! Já até saiu em jornal! Confira:


No próximo sábado, dia 11 de fevereiro, Ully prestará ao Senhor um culto de gratidão para lançar seu livro. Eu, como ganhei a promoção “Descreva a autora”, já garanti meu exemplar. Compareça ao culto e adquira o seu! Aproveite e pegue um autógrafo com a nova celebridade da Juventude Batista Verdes Mares!! :)

Parabéns, Ully!

Por mais um ano de vida, pelo dom que Deus te deu, pela linda história que escreveu e pelo livro que está lançando!

Que Deus encha a tua vida com toda a sorte de bençãos!! Que as felicidades de hoje sejam apenas uma amostra grátis do que está por vir. Feliz aniversário!!

Dica de Filme :: “Cartas para Deus”

A juventude da Igreja onde congrego costuma se reunir para assistir filmes. Com esse hábito, nós nos confraternizamos, frequentamos a casa uns dos outros, conhecemos as famílias dos membros do Grupo Jovem, as famílias conhecem com quem seus filhos estão andando e, de quebra, ainda assistimos a um filminho com nossos irmãos em Cristo. Geralmente são filmes cristãos, com base(s) bíblica(s) ou que podem ser usados para nos levar à reflexão.

Segunda feira, em nossa Sessão Pipoca, assistimos “Cartas para Deus”. Que filme lindo!! Quem já viu sabe bem do que estou falando. E para quem não conhece, contarei a sinopse a seguir:

Tyler Doherty é um extraordinário menino de 8 anos. Cercado por uma família e uma comunidade de amor, e armado com a coragem de sua fé, ele encara sua batalha diária contra o câncer com graça e bravura. Para Tyler, Deus é um amigo; um mestre; alguém especial com quem troca correspondências – as orações de Tyler tomam a forma de cartas, que ele escreve e envia diariamente para Deus.
As cartas chegam às mãos de Brady, um carteiro cercado por dilemas em sua vida. Inicialmente, ele fica confuso e sem saber o que fazer com as cartas. Com os passar dos tempos, ele faz amizade com a família Doherty – fazendo questão de conhecer não apenas Tyler, mas também sai forte, porém terna mãe, sua vigorosa avó e seu irmão adolescente, Ben – que também estão tentando permanecer fortes frente às suas dúvidas que surgem com a fase caótica pela qual suas vidas passam.
Movido pela coragem de Tyler, Brady percebe o que deve fazer com as cartas. Uma decisão surpreendente que transformará seu coração e erguerá seus novos amigos e comunidade – em um revigorante ato de testemunho do efeito contagioso da fé inabalável de um garoto contra suas dificuldades.
Inspirada em uma história real, Cartas para Deus é uma profunda, comovente e até mesmo divertida história sobre o efeito chocante que a fé de uma criança pode ter em sua família, amigos e comunidade.

Gente, o filme é simplesmente lindo! Vale a pena assistir a esse drama de 113 minutos da BV Films. Ele nos faz refletir sobre o que andamos fazendo com o tempo de vida que Deus nos dá, sobre como temos impactado nossa comunidade e se temos escrito cartas para o Senhor ou se temos simplesmente tirado tempo suficiente para conversar com Ele.

Cartas para Deus: eu recomendo!

Em quem confiar?

O Grupo Jovem da Igreja onde congrego está passando por uma transição em sua liderança. Ontem, em nossa reunião, a juventude ficou muito esperançosa de que as próximas mudanças seriam boas, pois o Pastor de nossa Igreja passou a liderar nosso grupo. Depois de muitas considerações dos próprios jovens, depois de muito pensar se deveria dar meu pitaco ou não, resolvi falar:

“Liderança é como faculdade. Não é porque cursou uma faculdade pública que você é o cara. Você pode ter feito uma faculdade particular e ser um excelente profissional.”

O que quis e quero dizer é que as pessoas depositam suas esperanças em outras pessoas ou em coisas vãs. Como o caso da faculdade mesmo! Sempre ouvi dizer que “quem faz a faculdade é o aluno” e hoje sei que isso é a mais pura verdade. Conheço pessoas formadas por faculdades federais há mais de 20 anos e que até hoje não passaram em nenhum concurso; enquanto outras, formadas por faculdades particulares, antes mesmo de terminarem a Graduação já conseguiram seu lugar no serviço público.

Não quero dizer que estamos errados em achar que tudo vai mudar para melhor sob a liderança de nosso Pastor. O que quero dizer é que, como no caso das faculdades, quem faz um ministério caminhar somos nós, membros! Se cada um fizer a sua parte obedecendo à liderança, buscando ao Senhor, servindo a Deus de coração no ministério, é claro que o Grupo vai andar para frente. O líder, nada mais é, do que um guia, uma pessoa designada por Deus para estar à frente de um ministério, alguém que dará a palavra final vinda do Senhor para as decisões importantes.

Também não adianta termos uma liderança no nível de um Pastor e, quando ele nos disser algo vindo da parte de Deus, nós torcermos o nariz. Se ele nos disser para plantar bananeira na esquina, tem motivo! No máximo podemos questionar: “posso só dar uma estrelinha lá na esquina?”. Se ele responder que não, não discuta. Vá lá e faça o que o ungido do Senhor te disse para fazer, pois com certeza será para a glória de Deus.

É isso aí, pessoal! Confie em Deus. Sirva ao Senhor de coração. Obedeça a sua liderança. Faça a sua parte!!

 

“Uns confiam em carros, e outros, em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor, nosso Deus. Uns encurvam-se e caem, mas nós nos levantaremos e estamos de pé.” ( Salmo 20.7, 8 )

Mensageiras do Rei [2]

Tenho estado muito saudosista ultimamente. Acho que a proximidade do Casamento, a minha saída da liderança dos jovens, a proximidade da mudança de Igreja… tudo isso está fazendo com que eu me lembre de alguns fatos e algumas fases da minha vida. Essa semana, mais uma vez, lembrei dos meus tempos de Mensageira do Rei.

Outro dia estava lembrando do Hino das Mensageiras do Rei. Você já entoou “Contaremos a História”? Repare bem na letra desse hino. É liiinda!

CONTAREMOS A HISTÓRIA

Às nações contaremos a história,
Que é capaz de livrá-las do mal;
Revela a verdade e a vida
E dá uma paz real,
E dá uma paz real.

Raiará novo dia de glória,
Quando Cristo Jesus retornar,
E as nações pelo mundo inteiro
Diante dEle vão se curvar.

Às nações cantaremos um hino,
Pra atrair corações ao Senhor;
Dissipa a tristeza e a mágoa,
Difunde no mundo amor,
Difunde no mundo amor.

Às nações mostraremos o Cristo,
Pois só Ele conduz para os céus;
Que assim por Jesus todos venham
Humildes servir a Deus,
Humildes servir a Deus.

Às nações pregaremos a Nova,
Que Jesus outra vez há de vir;
E salva por fé todo aquele
Que sua palavra ouvir,
Que sua palavra ouvir.

Era muito gostoso cantar esse hino em nossas reuniões. Ele fala exatamente sobre o dever de cada Mensageira do Rei aqui na terra. Devemos contar a história de Cristo a todos que conhecemos e desconhecemos! Devemos cantar o hino e atrair corações ao Senhor, mostrar Cristo, pregar a Nova!

Agora que você conhece a letra da canção, não deixe de fazer sua parte. Tenho tentado fazer a minha. Porque, afinal,

“uma vez MR, sempre MR!”