•● 15 de outubro: Dia do Professor ●•

Neste DIA DOS PROFESSORES gostaria, claro, de parabenizar meus colegas de profissão. E gostaria de parabenizar e agradecer especialmente alguns que marcaram minha vida:

  • tia Leninha, que foi um amor, um doce, e me acolheu na época em que entrei para a creche em Mangaratiba;
  • Manoel Fernandes, meu primeiro professor de Educação Física, ainda na época da alfabetização, e depois foi meu professor na 8ª série e durante o Ensino Médio Normal;
  • tia Sonia, “uma japonesinha”, que foi minha primeira professora no CIEP 294, quando eu fazia o C.A. (alfabetização);
  • tia Núbia, minha professora na 1ª série, que casou no fim do ano letivo e foi morar em Caxias. Como fiquei triste! Até que um dia, depois de graduada, a reencontrei em Mangaratiba e ela viu em mim um dos frutos de seus esforços quando percebeu que atualmente somos colegas de profissão;
  • tias Ana Beatriz e Ciça, que eram minhas professoras durante a 2ª série, que me ensinaram a fazer “letrinha de mão”;
  • tia Adriana Coimbra, que foi minha professora na 3ª série;
  • professoras Andreia Maria e Rosane que, durante a 4ª série, souberam lidar comigo durante a transição da infância para a adolescência;
  • professora Denise, de Inglês, que me deu aula na 5ª série e até hoje lembro do que ela ministrou;
  • professora Solange Stoque, de Língua Portuguesa, que carinhosamente lia, corrigia os meus textos e me incentivava a continuar escrevendo quando eu estava na 5ª e 6ª séries;
  • professora Neiva, de Língua Portuguesa e Produção de Texto que, quando mudei do CIEP 294 para o CE João Paulo II (na metade da 8ª série), descobriu que eu gostava de escrever e me usava como exemplo em outras escolas onde ela trabalhava para que seus alunos desenvolvessem o gosto pela leitura e escrita;
  • professora Cristina Oliveira, que me incentivou a continuar escrevendo quando entrei no Ensino Médio Normal e me convenceu a fazer minha inscrição nos concursos de redação e poesia que ganhei (ela dizia que eu deveria fazer faculdade de Letras, Jornalismo ou Comunicação… rs);
  • professora Mariza Castilho (a Marizinha) que, no 1° do Ensino Médio Normal, não nos deixava colar folhas no caderno, nos fazia copiar toooodas as – chamadas – xérox para treinarmos a letrinha de professora, que nos fazia escrever só com caneta preta e que não aceitava Diário de Classe rasurado;
  • professora Cirlei Rinaldi (sim, a Cirlei! rs) que era uma professora muito exigente. Ela “pegou no meu pé” o Ensino Médio Normal inteiro e no último dia de aula do 4° e último ano, quando eu tinha certeza de que ela me odiava, fez um elogio inesperado e fenomenal à minha prática pedagógica;
  • professores da Graduação em Educação Física; e
  • professores da Especialização em Educação Física Escolar.

Claro que outro(as) professores passaram pela minha vida e que agora não estou me lembrando para listar e homenagear, mas que, com certeza me ensinaram a ser uma pessoa melhor, uma cidadã crítica e que influenciaram na escolha da minha profissão e me inspiraram a ser o que sou hoje: PROFESSORA.

 
Profª Esp. Vanessa Vasconcellos Imenes de Oliveira Nogueira
Especialista em Educação Física Escolar
CREF 030028-G/RJ
 
 

Dica de Livro :: “Como fazer amor sem tirar a roupa”

Eu sei que o título do livro é meio de se estranhar, mas calma! Não me julgue antes de terminar de ler a dica. 😉

 

Em 2009, quando estava no SENAI, já tinha 1 ano de namoro com Leandro e estava meio sem criatividade sobre o que dar a ele no Dia dos Namorados, pois até completarmos 1 ano juntos trocávamos presentes todos os meses no dia 17 (haja presente!). Foi quando minha amiga Sabrina (que será nossa madrinha de casamento) me falou de um livro que a mãe dela tinha. “Tá doida, Sabi??!! Se meu pai me pega com um livro desse na mão ele me mata!”. “Calma, maninha!…” – respondeu Sabrina – “Vou trazer o livro amanhã e você vai ver”. Pois Sabrina trouxe o livro e logo no prefácio pude perceber o quão enganada estava.

 

Fazer amor não é “só” o relacionamento sexual de um casal. Atualmente o mundo confunde nossas cabeças dizendo que fazer sexo e fazer amor é a mesma coisa, mas não é!!

Um casal pode fazer amor todos os dias (e durante o dia inteiro) com troca de carinho, compreensão, afeto, bilhetinhos apaixonados… diferentemente de sexo, que não se faz todo o dia e muito menos o dia inteiro! rs 

 

No livro “Como fazer amor sem tirar a roupa – 101 maneiras de conquistar sua esposa”, David & Anne Frahm dão dicas para o marido surpreender diariamente sua esposa. Dicas extraordinárias que podem ser usadas por um namorado também. 

No livrinho “Como fazer amor sem tirar a roupa – 101 maneiras de conquistar seu marido”, o casal Frahm dá dicas de atitudes diárias que a esposa deve ter para com o marido. Atitudes, algumas, que uma namorada ou noiva pode ter para com seu amado.

 

Gostei tanto do livrinho que o li (todo!) no mesmo dia e anotei as dicas que poderia usar com meu namorado. Um dia encontrei os dois modelos para vender e “inocentemente” apresentei a versão masculina para Leandro, que o comprou na hora.

 

Fiquei muito feliz em saber que meu amor se dedica a mim de tal forma que ele já tinha feito muitas coisas que o livro sugestiona mesmo sem saber de sua existência e mais feliz ainda por ele ter se interessado ao ponto de querer continuar me surpreendendo ao longo dos anos. Também fiquei feliz em ver que muitas das coisas que estavam no livro destinado à esposa eu já tinha feito pra ele. E comprei o livro para, quando o tempo passar, eu poder “renovar” as idéias.

 

Recomendo o livro a todos os casais, pois, fazer amor é muito mais do que aquele ato em particular. Fazer amor são atitudes diárias de amor e carinho, sem segundas intenções. Algumas atitudes essas, que estão escritas no livro. Mas nada impede que você e seu amor criem seu próprio manual.

 

Boa leitura!

Dica de Livro :: “Um mês para viver”

Neste domingo ganhei um senhor presente: um livro! Minha mais nova paixão se chama “Um mês para viver”.

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Tenho poucos dias de leitura, visto que a dinâmica do livro é de um capítulo por dia, mas já estou super animada e sei que depois dessa leitura, DEUS terá me transformado de maneira tremenda!

Nas ‘orelhinhas’ do livro: “‘Um mês para viver’ explora os princípios que devem nortear a vida dos que desejam completar sua existência sem ter que se arrepender. Kerry e Chris Shook acompanharam muitas pessoas à beira da morte e presenciaram reações totalmente opostas: em alguns, atitudes desesperadas pelo fim iminente foram a tônica, enquanto em outros posturas serenas e determinadas buscando aproveitar ao máximo os últimos dias de vida foram a marca principal.

Inspirados nas reações destemidas, os autores resolveram compartilhar as sábias lições de vida aprendidas em ‘Um mês para viver’. Kerry e Chris Shook afirmam que a transitoriedade da vida deveria manter o nosso foco naquilo que é mais importante, sem temer os percalços comuns a todos, pois, quando olhamos a vida a partir da perspectiva de DEUS, mesmo os maiores problemas tornam-se minúsculos.

Kerry e Chris Shook apresentam quatro princípios essenciais para desenvolver uma atitude de confiança em relação à brevidade da vida:

  1. Viver apaixonadamente – viva cada dia como se fosse o último.
  2. Amar completamente – demonstre aos outros o amor que transcende e transforma.
  3. Aprender humildemente – cresça através de seus problemas e dores.
  4. Partir corajosamente – crie um legado que impactará gerações.

Aproveite os ensinamentos do livro e faça de sua vida uma experiência da qual não haverá arrependimentos.”

Um mês para viver

Eu já estou vivendo como se esses fossem os meus últimos 30 dias de vida e convido você a fazer o mesmo!

VAMOS LÁ?

Beijinhos e até a próxima!