Curiosidades de um Casamento

Algumas curiosidades e surperstições sobre alguns itens que fazem parte de todo Casamento. Não que eu acredite neles, mas vale a pena dar uma olhadinha descompromissada. 😉


Vestido de noiva
A noiva veste-se de branco porque assim o faziam os romanos nos dias sagrados. Branco representa pureza, virgindade e inocência.

Buquê
O buquê teria surgido na Grécia como amuleto contra mau-olhado. Na sua confecção, era utilizado alho. Confeccione dois buquês: o primeiro, abençoado pelo sacerdote deverá ser guardado. O segundo, será lançado em direção às mulheres solteiras. Aquela que conseguir pegá-lo, terá a sorte de ser a próxima a casar. A noiva atira o buquê para repartir com os convidados sua felicidade.

Grinalda
A grinalda faz com que a noiva  pareça uma rainha, diferenciando-a dos convidados. Quanto maior a grinalda, maior é o símbolo de status e riqueza.

Véu
Hijab (véu), quer dizer, em árabe, “o que separa duas coisas”. O véu da noiva significa separar-se da vida de solteira, para entrar em uma nova vida; a de esposa. Tradicionalmente, a noiva usa um véu que cobre seu rosto porque antigamente o costume era ocultar ao noivo a vista de sua futura esposa até a hora do casamento e também porque significava submissão ao marido.

Peça azul
Outra tradição comum é a noiva usar uma peça azul para “cortar a inveja” das moças solteiras. Recomenda-se também “usar o véu, uma jóia e até mesmo o vestido” de uma esposa que foi bem-sucedida em seu casamento (avó, mãe etc).

Lua-de-mel
A Lua-de-mel tem origem no povo germânico, pois era costume se casar na Lua Nova. Na cerimônia, os noivos bebiam uma mistura de água com mel para proporcionar boa sorte. O costume também pode ter nascido em Roma: os convidados pingavam gotas de mel na porta de entrada da casa dos noivos para que estes tivessem uma “vida doce”.
A lua de mel é também uma sobrevivência do casamento com rapto quando o marido mantinha a sua “esposa sequestrada” escondida, para evitar que esta chamasse os parentes em seu auxílio.

Mês
Um ditado japonês ensina que as noivas devem se casar em junho (june bridal) para que a união perdure por muitos anos. No Brasil, o mês preferido também é maio, provavelmente, pela referência de Maya, Maria, mãe.

Arroz
Jogar arroz nos noivos é uma tradição China, usada há dois mil anos. Esta atitude simboliza a fartura para a vida do casal e fertilidade.
Atualmente se jogam também pétalas de rosa, que reapresentam um futuro doce e pleno.

Noiva do lado esquerdo do noivo
Durante a celebração do casamento, a noiva se posiciona no lado esquerdo do noivo. É uma tradição que remonta à Idade Média: se algum homem tentasse “roubar” a futura esposa do noivo, este a defenderia com a espada usando o braço direito para o combate. Segundo a superstição, quando a noiva fica no lado esquerdo, também significaria afastar o risco da infidelidade.

O noivo não pode ver a noiva vestida para a cerimônia antes do casamento
É uma tradição milenar praticada por quase todos os povos. Em alguns países árabes, o casamento (especialmente dos muçulmanos), ainda hoje é celebrado entre o pretendente e o pai da noiva (esta aguarda em outra sala). Somente depois de o casamento ser celebrado pelos homens, a noiva se encontra com o futuro marido. A tradição também ensina que o homem não deve tocar em nenhum pertence da noiva para não quebrar o encanto do matrimônio. Pode-se tocar apenas em objetos de vidro e ouro.

Noivo carrega a noiva no colo
Este costume é oriental. Acredita-se que os gênios ruins (que atacam apenas as mulheres) ficam a espera da noiva na porta do quarto nupcial. O marido protege a esposa carregando-a, para evitar que ela “pise” em algo ruim.

Flores de laranjeira
Usadas porque os nossos antepassados consideravam um talismã para assegurar uma família numerosa e felicidade.

Alianças
O anel nupcial data do paganismo. Os homens primitivos usavam uma correia estreita na cintura, com a qual amarravam a si e a noiva. Acreditavam que o espírito do noivo entrava no corpo da noiva. Os egípcios relacionavam anel com eternidade, seu uso nas cerimônias significa união eterna. Através das diferentes épocas, os anéis de casamento têm sido feitos de diversos materiais, desde o junco ao ferro, e usados em qualquer mãos e dedos. As damas do tempo da rainha Isabel usavam o anel nupcial do dedo polegar. O costume de usar o anel no dedo anelar da mão esquerda esta ligado ao antigo  conhecimento da relção nervosa do coração com os dedos mindinho e anular.

Beijo nupcial
Teve a sua origem na época feudal. Significa uma homenagem que o noivo fazia à família da noiva.

Bolo da noiva
O costume do “bolo da noiva” veio da França. Conta-se que um cavalheiro francês assistiu a um casamento inglês no qual o noivo e a noiva se beijavam por cima de uma mesa cheia de doces. Voltado ao seu país, achou mais interessante, em vez de montes de doces, um só bolo modelado e confeitado.

Origem da marcha nupcial
O autor foi Felix Mendelssohn e forma parte de sua obra: Sonho de uma noite de verão , escrita em 1826.
A tradição de tocar a marcha nupcial começou em 1991 com a boda da princesa Victoria de Inglaterra com o príncipe Federico Guillermo de Prusia.

Protocolos:

No dia
Como toda grande tradição, o casamento também tem uma série de regras que devem ser seguidas independentemente do tipo de casamento . São regras simples e não pedem nenhum esforço extra.

Chegada à igreja
O noivo sempre chegará antes da noiva, com uma diferença de pelo menos meia hora. Tanto ele quanto ela devem entrar na igreja em cortejo, ele de braço dado com sua mãe ou madrinha e ela, com seu pai ou padrinho.
A noiva não deve se atrasar mais que meia hora. Ao entrar, ela deve se posicionar ao lado esquerdo do noivo. Esta tradição remonta à época em que os homens levavam a arma do lado direito, e, desta forma, tinham mais liberdade de movimento.

Dentro da igreja
Os convidados da noiva ficarão do lado esquerdo da igreja, atrás da noiva, enquanto os do noivo ficarão à direita, atrás dele. Os primeiros bancos são destinados aos familiares mais diretos. No primeiro banco devem estar os pais e avós. No segundo, outros parentes próximos e as testemunhas. Os outros convidados podem se sentar onde desejarem.

Na festa
O fato de os noivos chegarem antes ou depois dos convidados não é considerado um detalhe importante. O importante é que haja alguém da família para recepcionar as pessoas que forem chegando.
Dentro do salão, as mesas devem estar dispostas de forma circular, para facilitar o fluxo dos recém casados entre elas. Os pais devem se sentar em mesas próximas à destinada ao novo casal.

Superstições do casamento

  • Não use pérolas no casamento, dizem que elas trazem má-sorte para os noivos;
  • Nunca se case numa terça-feira, nem num dia 13;
  • Mesmo que você e seu noivo já vivam juntos, passem a noite antes do casamento separados;
  • Não se case em janeiro, para não ter problemas econômicos ao longo da sua vida de casada.

Hilárias, não?

A maioria dessas coisas são feitas pelas noivas, mas muitas desconhecem a razão (como o fato de jogarem o buquê).

Achei interessantíssimo o motivo da noiva se posicionar ao lado esquerdo do noivo. Vou pedir ao Leandro para portar uma espada no dia do nosso Casamento, para me proteger de possíveis sequestradores. 😀 E a grinalda?! Tô perdida!! Porque a minha coroa é pequenininha! Tô longe de fazer parte da realeza! Minha coroa será muito plebéia! rs

Ai, ai!… Se acreditam ou não, não sei! Mas valeu saber a origem de algumas coisas que vemos nos Casamentos, né?

Dica de Livro :: “Um mês para viver”

Neste domingo ganhei um senhor presente: um livro! Minha mais nova paixão se chama “Um mês para viver”.

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Tenho poucos dias de leitura, visto que a dinâmica do livro é de um capítulo por dia, mas já estou super animada e sei que depois dessa leitura, DEUS terá me transformado de maneira tremenda!

Nas ‘orelhinhas’ do livro: “‘Um mês para viver’ explora os princípios que devem nortear a vida dos que desejam completar sua existência sem ter que se arrepender. Kerry e Chris Shook acompanharam muitas pessoas à beira da morte e presenciaram reações totalmente opostas: em alguns, atitudes desesperadas pelo fim iminente foram a tônica, enquanto em outros posturas serenas e determinadas buscando aproveitar ao máximo os últimos dias de vida foram a marca principal.

Inspirados nas reações destemidas, os autores resolveram compartilhar as sábias lições de vida aprendidas em ‘Um mês para viver’. Kerry e Chris Shook afirmam que a transitoriedade da vida deveria manter o nosso foco naquilo que é mais importante, sem temer os percalços comuns a todos, pois, quando olhamos a vida a partir da perspectiva de DEUS, mesmo os maiores problemas tornam-se minúsculos.

Kerry e Chris Shook apresentam quatro princípios essenciais para desenvolver uma atitude de confiança em relação à brevidade da vida:

  1. Viver apaixonadamente – viva cada dia como se fosse o último.
  2. Amar completamente – demonstre aos outros o amor que transcende e transforma.
  3. Aprender humildemente – cresça através de seus problemas e dores.
  4. Partir corajosamente – crie um legado que impactará gerações.

Aproveite os ensinamentos do livro e faça de sua vida uma experiência da qual não haverá arrependimentos.”

Um mês para viver

Eu já estou vivendo como se esses fossem os meus últimos 30 dias de vida e convido você a fazer o mesmo!

VAMOS LÁ?

Beijinhos e até a próxima!